Empresas negoceiam acordo com vítimas da Legionella para evitar julgamento

MP acusa Adubos de Portugal e General Electric e outros sete arguidos por surto em Vila Franca de Xira que matou 12 mortes e infetou mais de 400 pessoas.
Por Lusa|18.02.19
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As empresas arguidas no processo do surto de 'legionella' de Vila Franca de Xira, em 2014, tentam acordo com algumas das vítimas na fase de instrução, de forma a evitar que o caso possa seguir para julgamento.

Em março de 2017, o Ministério Público (MP) deduziu acusação contra as empresas Adubos de Portugal e General Electric e outros sete arguidos por responsabilidades no surto, que teve início a 7 de novembro de 2014, causou 12 mortes e infetou mais de 400 pessoas.

"As empresas visadas confirmam que existem contactos entre todos os envolvidos para uma resolução do assunto, como é comum em processos desta natureza", refere fonte que representa as empresas, numa resposta escrita enviada à agência Lusa.

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