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Menor exige 80 mil euros a fábrica onde pai morreu

Empresa garante que Ricardo Freitas não era funcionário.

30 de janeiro de 2017 às 09:16

Foi em novembro de 2014 que Ricardo Freitas, com 40 anos, morreu numa fábrica de polimentos de móveis, em Rebordosa, na sequência de um incêndio e de uma subsequente explosão. 

Agora, o filho do lesado, um jovem de apenas 14 anos, Francisco Freitas, exige à empresa e ao casal proprietário que o indemnizem em 80 mil euros e que lhe paguem ainda uma pensão de 1500 euros por ano até que este deixe de estudar. 

Segundo um jornal da imprensa nacional, a MR Polimentos garante que Ricardo Freitas não era seu funcionário e que estava apenas no local de visita quando o acidente conheceu, e que por não conhecer o espaço, não conseguiu fugir. 

No entanto, o jovem garante que o progenitor trabalhava para o casal e que recebia um ordenado de 505 euros mais subsídio de alimentação, para além de cumprir um horário fixo e de utilizar os instrumentos da empresa. Francisco, que vive na França com a mãe, denuncia ainda as supostas "ligações imperfeitas das instalações elétricas onde estavam armazenados produtos quimícos, inflamáveis, e perigosos e sem um sistema de extração de vapores". 

No entanto, Ricardo Freitas nunca esteve inscrito na Segurança Social como trabalhador da empresa nem se encontrava coberto na altura por um seguro de acidentes de trabalho. 

O caso vai ser julgado pelo Tribunal de Penafiel. 

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