O militar dos Comandos acusado de matar outro com uma espingarda G3, no Quartel da Carregueira, no concelho de Sintra, em setembro de 2018, nega o crime e diz que a vítima se suicidou.
A versão consta do Requerimento de Abertura de Instrução (RAI), a que a agência Lusa teve hoje acesso, no qual o arguido pede para não ser pronunciado (não ser levado a julgamento) na instrução, fase facultativa em que um juiz de instrução criminal vai decidir se o processo segue para julgamento e que irá decorrer no Tribunal de Instrução Criminal de Sintra.
"A autópsia da vítima [Luís Teles] refere que o disparo foi feito a curta distância (de contacto), facto que, ao lado de outros, permite sustentar a tese de suicídio. Mas, mais significativo, pode ler-se [no relatório da autópsia] que 'não é possível, com segurança, distinguir entre etiologia suicida e homicida'", refere o RAI, assinado pelo advogado Paulo Mendes dos Santos.
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