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Mundo condena massacre em Orlando

Ban Ki-moon classificou como "um horrível ataque".

12 de junho de 2016 às 23:41

Muitos dirigentes políticos condenaram no domingo o pior massacre da história dos Estados Unidos, que fez 50 mortos num clube noturno gay em Orlando, Florida, e foi perpetrado por "um combatente do [grupo extremista] Daesh".

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, classificou como "um horrível ataque" o massacre desta madrugada, num comunicado de um parágrafo divulgado pelo seu gabinete de imprensa, em que transmite os "mais profundos pêsames" aos familiares das vítimas e expressa solidariedade com o Governo e o povo norte-americanos por esta tragédia.

Também em comunicado, o Presidente francês, François Hollande, condenou "com horror o massacre (...) e manifestou total apoio da França e dos franceses às autoridades e ao povo norte-americanos nesta provação".

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, declarou-se, na sua conta da rede social Twitter, "horrorizado com os relatos do massacre desta noite em Orlando".

"Os meus pensamentos vão para as vítimas e respetivas famílias", escreveu.

O Presidente russo, Vladimir Putin, classificou o ataque como "um crime bárbaro", num comunicado do Kremlin, e apresentou as condolências às famílias das vítimas.

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, expressou, em comunicado, a sua solidariedade com "a comunidade LGBT e o povo norte-americano", afirmando que "o terrorismo e o ódio não mudarão os membros da NATO", que se "manterão unidos perante o terrorismo".

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