A NATO está a reforçar a sua ciberdefesa e os membros querem poder responder coletivamente a um ciberataque contra um deles como o fariam em caso de agressão aérea ou terrestre, disse hoje o seu secretário-geral, Jens Stoltenberg.
"Os ciberataques que vimos em maio (vírus Wannacry) e também esta semana (vírus Petrwrap) sublinham a importância de reforçarmos as nossas ciberdefesas e é exatamente o que fazemos", declarou Stoltenberg perante os jornalistas em Bruxelas.
"Treinamos mais, trocamos mais informação sobre boas práticas e tecnologias e trabalhamos mais estreitamente com todos os aliados para ver como integrar as suas capacidades", explicou.
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