Os parceiros sociais manifestaram hoje as suas reservas quanto ao cumprimento das metas traçadas no Programa Nacional de Reformas (PNR) e no Programa de Estabilidade (PE) e defenderam que o Governo não pode ceder às pressões de Bruxelas.
"As regras comunitárias estão cada vez mais desadequadas da realidade de países como Portugal, há que olhar e reformar a Europa porque a Europa em que Portugal entrou em 1986 não tem nada a ver com o que hoje existe, e a União Europeia não pode ter dois pesos nem duas medidas e temos de ser mais exigentes em relação a políticas europeias que condicionem as nossas possibilidades de crescimento", disse o presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), António Saraiva.
O líder da confederação patronal falava aos jornalistas no final de uma reunião, em sede de concertação social, destinada a discutir com o Governo os programas Nacional de Reformas e de Estabilidade.
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