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Primeiro inquérito nacional sobre hemofilia aponta para "fortes impactos psicológicos"

14 de abril de 2017 às 14:00

O primeiro inquérito nacional sobre hemofilia, que está a ser coordenado pela Universidade do Minho (UMinho), aponta para a existência de "fortes impactos psicológicos" da doença, como depressão e ansiedade, revelou à Lusa a responsável pelo estudo.

Segundo Patrícia Pinto, da Escola de Medicina da UMinho e que está a coordenar aquele inquérito feito em parceria com o Centro Hospitalar de São João e a Associação Portuguesa de Hemofilia, "muitos dos sintomas psicológicos" que pessoas com hemofilia assumem, além de estarem associadas à dor que caracteriza a enfermidade, estão relacionados com as "falsas crenças da doença".

A 17 de abril assinala-se o Dia Mundial da Hemofilia, uma doença crónica rara, genética, hereditária e incurável, que se caracteriza pela ausência, ou acentuada carência, de um dos fatores da coagulação no sangue, o que origina episódios hemorrágicos graves e problemas nas articulações, estando estimado que em Portugal existem cerca de 700 pessoas com hemofilia (a base de incidência em geral é de 1 em cada 10.000 habitantes).

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