Os trabalhadores das refinarias da Petrogal no Porto e Sines prolongaram até final de maio as paralisações parciais que vêm cumprindo desde janeiro em defesa da contratação coletiva e de direitos laborais, disse hoje à Lusa fonte sindical.
De acordo com o coordenador do Sindicato da Indústria e Comércio Petrolífero (SICOP), Rui Pedro Ferreira, a adesão ao protesto que hoje decorre (até sábado) na refinaria do Porto está "dentro do que vem acontecendo nos meses anteriores, com percentagens na ordem dos 80 e tal por cento".
Segundo referiu, as administrações da Petrogal e da Galp Energia não têm correspondido à disponibilidade manifestada pelos trabalhadores para "se reunirem e encontrarem soluções", pelo que foi decidido manter o protesto pelo menos até ao final do mês de maio.
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