Um mês antes da prisão de Fábio Ribeiro, conhecido como ‘barão da Pasteleira’, já uma outra rede de tráfico se instalava naquele mesmo bairro. O ‘Doa a Quem Doer’ teve acesso a conversas dos membros desta rede, que tinham um verdadeiro negócio familiar que acabou no final do ano passado.
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