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Bebé ficou com marcas após parto forçado no Hospital de Cascais

Casal tenta avançar com queixa-crime contra Hospital de Cascais mas relatório do parto só chega um ano depois

Bebé ficou com marcas após parto forçado.

02 de julho de 2019 às 11:06

No 'Investigação CM' desta segunda-feira contamos-lhe o caso de uma mulher que esteve quase dois dias em trabalho de parto no Hospital de Cascais. Mónica e Benjamim estiveram às portas da morte quando a equipa médica recorreu a fórceps e ventosas no parto, quando o bebé não estava sequer na posição para nascer.

Benjamim nasceu com várias marcas devido ao uso indevido de fórceps e pela força das ventosas e teve de ser reanimado duas vezes à nascença.

Os pais tentaram avançar com uma queixa-crime contra a médica, mas o Hospital de Cascais só lhes deu acesso aos relatórios médicos um ano após o nascimento do bebé.

A justificação da equipa médica, para o tempo de espera, foi sempre a mesma… era necessária medicação para induzir o parto.

Benjamim nasceu através de uma cesariana de emergência e teve de ser reanimado duas vezes. Mónica foi completamente sedada para a intervenção e só conheceu o bebé dois dias após o nascimento. Já o pai não esquece a primeira imagem que teve do filho.