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Caso 'Cashball' catalogado como corrupção no andebol. Megaprocesso ainda sem fim à vista

Processo 'Cashball' catalogado como corrupção no andebol. Caso ainda sem fim à vista

Único processo que não passou no crivo da equipa especial do Ministério Público foi o que envolvia o Sporting.

26 de julho de 2019 às 22:51

O único processo que não passou no crivo da equipa especial do Ministério Público foi o que envolvia o Sporting. O Cashball não transitou para Lisboa, porque estava catalogado como corrupção no andebol. Tudo o resto saiu da alçada dos investigadores do Norte do País.

A PJ do Porto trabalhou durante meses a corrupção no futebol. No centro das suspeitas estava o Benfica.  Apanhados primeiro no caso que envolvia o Rio Ave e mais tarde no processo catalogado como Mala Ciau.

Foram feitas buscas, pedidas escutas, consolidadas as suspeitas. A PJ preparava-se para avançar quando tudo lhes foi pedido. As investigações iriam ser concentradas em Lisboa numa equipa de magistrados que a PGR tinha criado. Nascia um megaprocesso, mas ainda sem final à vista.

No caso do Sporting havia também suspeitas envolvendo a primeira liga. Paulo Silva, empresário de futebol, confessou que foi aliciado pro André Geraldes para corromper os adversáriso do Sporting.

As vitórias dos verdes e brancos passaram a estar sob suspeita. mas a PJ nunca abriu o livro. Manteve o processo catalogado como corrupção no andebol e pode avançar com buscas.

Recentemente, no processo onde se investiga o ataque de Alcochete, Lisboa pediu ao Porto que enviasse em certidão as conversas que conseguiu extrair do telefone de André Geraldes. Numa delas, o ex-braço direito de Bruno de Carvalho pergunta se é preciso irem para cima dos jogadores. A equipa não estava a ter o rendimento esperado e os dirigentes de Alvalade não se importavam de assustar os atletas. O objetivo era sempre mantê-los com rédea curta.