País exige mais de Marcelo
País precisa de um Presidente maior: maior na palavra, maior na coragem e capaz de exigir respostas à altura da função que ocupa.
País precisa de um Presidente maior: maior na palavra, maior na coragem e capaz de exigir respostas à altura da função que ocupa.
Quase ninguém confronta o essencial: uma semana depois, mais de 200 mil pessoas continuam sem luz e o Plano Europeu de Proteção Civil nem sequer foi acionado.
No país mais pequeno, onde a capital é realmente a capital, as prioridades são outras.
É isso que queremos para nós: o mesmo que desejaríamos para os outros.
O futuro europeu dependerá menos das ameaças alheias e mais da coragem de romper com a complacência e assumir escolhas estratégicas, mesmo quando estas implicam custos.
Hoje é verdadeiramente inaceitável a ausência de uma demarcação clara por parte de quem quer ser Presidente da República.
Diz-se doente, mas nunca demasiado para dar entrevistas. Renuncia, mas não sem antes atacar a advogada nomeada pelo tribunal.
Tudo fará para anexar a Gronelândia.
Convém não perder de vista o essencial - Ventura saiu vencedor no domingo e o seu objetivo é chegar a primeiro-ministro.
Em Portugal diz-se que é o fado, mas esta degradação do Serviço Nacional de Saúde não é destino, não é azar, nem fatalidade: é política pública.
Agora, se tudo não passar de uma farsa, a sensação de impunidade será ainda mais destruidora.
E, no fim, todos dirão que as sondagens falharam - menos as que acertaram.
Falhou o homem. Falhou o tempo. Falhou a vida. Será que não falhou nada mesmo?
A justiça transforma-se num espetáculo de paciência infinita.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.