Mortes evitáveis
Ciúme, posse e vingança parecem ter ditado o desfecho que roubou a vida a uma criança sem defesa.
Ciúme, posse e vingança parecem ter ditado o desfecho que roubou a vida a uma criança sem defesa.
No final, Portugal ganhou, Cristiano Ronaldo marcou e o ciclo repetiu-se mais uma vez.
A prevenção não é apenas para os ‘maus pais’. É para todos nós.
Sete detidos por explorarem idosos. A notícia choca, mas talvez não pelo motivo certo.
A força das redes sociais continua a surpreender.
A da Cova da Moura mudou pelo menos duas: a de Bruno Pinto e a de Odair.
Histórias diferentes, mas com o mesmo denominador comum: bons profissionais que fizeram a diferença.
Diziam-nos que o futebol era um negócio. Hoje percebe-se que é muito mais do que isso.
Há uma linguagem comum que dispensa tradução: o respeito, a partilha e a esperança.
O que é inaceitável na direita transforma-se em metáfora brilhante na esquerda.
Ninguém pode ignorar a gravidade dos danos causados pela queda do BES e o impacto que teve na economia, nos contribuintes e na confiança dos portugueses.
A experiência mostra que muitas destas mobilizações acabam por ter resultados limitados. Mas quarta-feira veremos a dimensão da contestação.
Não cabe à justiça curar ninguém, nem alimentar a ilusão de que uma doença grave desaparece para que o condenado volte a cumprir pena.
Estas crianças merecem muito mais do que sobreviver: merecem viver plenamente, rodeadas de cuidado, esperança e futuro.
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