A pressão sobre a França e sobre toda a União Europeia aumenta. Fica claro que Donald Trump não tem travões: tudo fará para anexar a Gronelândia, ignorando - e remetendo para segundo plano - o facto de integrar o Reino da Dinamarca. Trump ameaça, enquanto Macron, que se mostra firme para o exterior, trata-o como amigo em privado, trocando confidências sobre a Síria e a Faixa de Gaza. Trump não se importa de divulgar conversas privadas, manipuladas a seu bel-prazer, nem hesita em intimidar com tarifas de 200% sobre a importação de vinho e champanhe, o que provocaria um desastre comercial. Trump faz o que quer em todo o Mundo e a verdadeira incógnita não é o que vai fazer o Presidente americano, mas sim se a Europa será capaz de agir como potência ou se permanecerá refém das suas hesitações.
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Tudo fará para anexar a Gronelândia.
Convém não perder de vista o essencial - Ventura saiu vencedor no domingo e o seu objetivo é chegar a primeiro-ministro.
Em Portugal diz-se que é o fado, mas esta degradação do Serviço Nacional de Saúde não é destino, não é azar, nem fatalidade: é política pública.
Agora, se tudo não passar de uma farsa, a sensação de impunidade será ainda mais destruidora.
E, no fim, todos dirão que as sondagens falharam - menos as que acertaram.
Falhou o homem. Falhou o tempo. Falhou a vida. Será que não falhou nada mesmo?
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