Relativizar a violência
Em nome de causas que se julgam justas, há quem tolere o intolerável.
Tânia Laranjo
JornalistaEm nome de causas que se julgam justas, há quem tolere o intolerável.
A violência não termina quando o silêncio chega.
A PJ, peça fundamental no combate ao crime em Portugal, merece respeito, estabilidade e liderança efetiva.
Para fechar o ramalhete, avisam que os medicamentos também podem subir. Faz sentido. Afinal, se viver está caro, manter-se vivo não havia de ser barato.
Com a aproximação da época de incêndios, aumenta a pressão sobre corporações já fragilizadas, obrigadas a responder diariamente a emergências e ao uso intensivo de ambulâncias.
Vladimir Putin já prometera uma guerra-relâmpago na Ucrânia — e o conflito prolonga-se, acumulando mortos e miséria.
A NATO não nasceu para aventuras, nasceu para equilíbrio.
Novo homem-forte da PJ, traz consigo o peso discreto de décadas a lidar com um crime que não se vê, mas que cresce nas sombras do digital.
Quem precisa de provas quando há persistência? É já a segunda vez que a questão é discutida.
A rejeição, por parte do Irão, de propostas de paz reforça a perceção de um conflito em escalada no Médio Oriente, com implicações que vão muito além da região.
Há um mês que a PJ navega à deriva, sem direção, sem rosto e sem urgência política em resolver o vazio.
À dor devastadora de perder um filho, os pais somaram um choque ainda maior: uma lei fria e desumana que lhes nega o reembolso das despesas do funeral.
Ninguém detém o monopólio da investigação.
Para muitos portugueses, mais do que um caso judicial, tudo isto se tornou um símbolo de descrédito.
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