Rodrigo precisa de ser ouvido
Um medicamente caro que vários países da Europa já aprovaram, mas Portugal ainda espera para o fazer.
Tânia Laranjo
JornalistaUm medicamente caro que vários países da Europa já aprovaram, mas Portugal ainda espera para o fazer.
Quando o acessório passa a valer mais do que o essencial, perde-se o sentido das prioridades.
O tom agressivo, a voz levantada para acusar, a teatralidade constante não ajudam a causa - antes a fragilizam.
Com um currículo intocável, [Luís Neves] é apresentado por Montenegro como um trunfo capaz de mudar o jogo.
Há quem tenha perdido tudo e quem esteja a perder a esperança.
Não é zelo institucional, é intimidação.
António José Seguro não é Marcelo Rebelo de Sousa.
O 112 aplaudiu-o e, depois de uma sucessão de tragédias que marcaram o nosso País nas últimas semanas, devolveu-nos esperança.
Assistimos a tudo isto e apenas confirmámos o que já sabíamos: os nossos heróis são eles – os bombeiros.
André Ventura somou, sozinho, mais votos do que o próprio partido nas legislativas, confirmando uma realidade política incontornável.
País precisa de um Presidente maior: maior na palavra, maior na coragem e capaz de exigir respostas à altura da função que ocupa.
Quase ninguém confronta o essencial: uma semana depois, mais de 200 mil pessoas continuam sem luz e o Plano Europeu de Proteção Civil nem sequer foi acionado.
No país mais pequeno, onde a capital é realmente a capital, as prioridades são outras.
É isso que queremos para nós: o mesmo que desejaríamos para os outros.
Há 2 horas
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