Não sei ao certo o que disse Prestianni - se foi um insulto racista ou apenas uma parvoíce irrefletida. O que sabemos, isso sim, é que a gestão da crise por Rui Costa foi profundamente desastrosa. Depois do silêncio cúmplice perante o ataque aos jornalistas da CMTV, a decisão de permitir que Prestianni viajasse para Madrid, para um jogo em que se sabia que não iria jogar, foi um erro difícil de compreender. Garantir ruído mediático e alimentar uma narrativa de perseguição pareceu mais importante do que proteger pessoas e acalmar ânimos. Só que em Espanha não se brinca com estas situações: a polícia apareceu e carregou de forma indiscriminada. Quando o acessório passa a valer mais do que o essencial, perde-se o sentido das prioridades. E, com a agravante de tudo isto, é sempre o futebol que passa a valer menos no meio disto tudo.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Quando o acessório passa a valer mais do que o essencial, perde-se o sentido das prioridades.
O tom agressivo, a voz levantada para acusar, a teatralidade constante não ajudam a causa - antes a fragilizam.
Com um currículo intocável, [Luís Neves] é apresentado por Montenegro como um trunfo capaz de mudar o jogo.
Há quem tenha perdido tudo e quem esteja a perder a esperança.
Não é zelo institucional, é intimidação.
António José Seguro não é Marcelo Rebelo de Sousa.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos