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Tânia Laranjo

Tânia Laranjo

Jornalista

Fim de semana baralha sistema

12 de maio de 2026 às 00:30

Começaram por ser 15 polícias detidos, depois passaram a 14. No sábado, terminado o interrogatório, o Ministério Público pediu prisão preventiva apenas para quatro. Para 11 deles, o mesmo MP que ordenou a detenção defendia já a libertação. Até aqui, é o sistema a funcionar. O problema vem depois. No domingo, os magistrados descansam e os 11 polícias — que já sabiam que iam sair — continuam presos até segunda-feira. Mais duas noites na cadeia, apesar de muitos acabarem libertados sem qualquer medida de coação relevante. Algo está errado. Basta olhar para o exemplo do Porto: no TIC, quando nem o titular da ação penal entende existirem indícios para manter alguém preso, a libertação acontece. Parece simples. Se o sistema consegue funcionar para deter ao fim de semana, também devia conseguir funcionar para libertar quando já não há fundamento para manter pessoas presas.

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