Há dias que há pessoas sem luz, sem água, sem comunicações - invisíveis para quem decide. Há três semanas que há famílias sem telhado, sem sala, sem quarto, a dormir onde podem, enquanto relatórios se acumulam e promessas se repetem. Há quem tenha perdido tudo e quem esteja a perder a esperança. E há mortos: porque subiram sozinhos a telhados que ninguém veio reparar; porque atravessaram estradas alagadas sem um único aviso, sem sinalização, sem prevenção. Falhou o planeamento, falhou a resposta, falhou a coordenação. Falhou a capacidade de antecipar e de proteger. Não basta lamentar nem anunciar apoios que tardam. É preciso assumir responsabilidades, corrigir erros e garantir que a ajuda chega a tempo. Porque a tragédia não é só a tempestade: é quando quem precisa se sente deixado para trás.
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Há quem tenha perdido tudo e quem esteja a perder a esperança.
Não é zelo institucional, é intimidação.
António José Seguro não é Marcelo Rebelo de Sousa.
O 112 aplaudiu-o e, depois de uma sucessão de tragédias que marcaram o nosso País nas últimas semanas, devolveu-nos esperança.
Assistimos a tudo isto e apenas confirmámos o que já sabíamos: os nossos heróis são eles – os bombeiros.
André Ventura somou, sozinho, mais votos do que o próprio partido nas legislativas, confirmando uma realidade política incontornável.
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