Vimos o abraço emocionado no final da missão cumprida. Vimos a luta contra a força do rio, o enfrentar da corrente e o desespero nas palavras. Ouvimos os gritos do homem que, durante mais de uma hora, esteve com a água pelo pescoço, agarrado a uma árvore, entre o medo e a esperança. Assistimos a tudo isto e apenas confirmámos o que já sabíamos: os nossos heróis são eles – os bombeiros. Muitas vezes mal pagos e pouco reconhecidos, mas sempre prontos a entrar no rio gelado para salvar uma vida, tal como entram em casas em chamas para resgatar quem precisa. Coragem, entrega e humanidade que não se medem em aplausos. Hoje, como sempre, o nosso respeito e gratidão. Obrigada, Bombeiros de Estarreja, obrigada, Bombeiros de Portugal.
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António José Seguro não é Marcelo Rebelo de Sousa.
O 112 aplaudiu-o e, depois de uma sucessão de tragédias que marcaram o nosso País nas últimas semanas, devolveu-nos esperança.
Assistimos a tudo isto e apenas confirmámos o que já sabíamos: os nossos heróis são eles – os bombeiros.
André Ventura somou, sozinho, mais votos do que o próprio partido nas legislativas, confirmando uma realidade política incontornável.
País precisa de um Presidente maior: maior na palavra, maior na coragem e capaz de exigir respostas à altura da função que ocupa.
Quase ninguém confronta o essencial: uma semana depois, mais de 200 mil pessoas continuam sem luz e o Plano Europeu de Proteção Civil nem sequer foi acionado.
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