Montenegro visita Pombal numa operação de cosmética política, feita à pressa e sem substância. Passa pela central da água, por uma empresa arrasada por prejuízos milionários e passa, sobretudo, ao lado das pessoas. Chega a correr, sai a correr, como quem cumpre um frete e foge de consequências. Repete medidas gastas e anuncia, com um desplante chocante, que o Governo precisou de uma semana para negociar a suspensão das portagens. Tarde, pouco e mal. Perante perguntas básicas, oferece frases ocas, respostas circulares e nenhuma responsabilidade assumida. Não há datas, compromissos, soluções. Tudo embalado por uma comunicação social mansa. Quase ninguém confronta o essencial: uma semana depois, mais de 200 mil pessoas continuam sem luz e o Plano Europeu de Proteção Civil nem sequer foi acionado. Isto não é governação. É negligência.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Quase ninguém confronta o essencial: uma semana depois, mais de 200 mil pessoas continuam sem luz e o Plano Europeu de Proteção Civil nem sequer foi acionado.
No país mais pequeno, onde a capital é realmente a capital, as prioridades são outras.
É isso que queremos para nós: o mesmo que desejaríamos para os outros.
O futuro europeu dependerá menos das ameaças alheias e mais da coragem de romper com a complacência e assumir escolhas estratégicas, mesmo quando estas implicam custos.
Hoje é verdadeiramente inaceitável a ausência de uma demarcação clara por parte de quem quer ser Presidente da República.
Diz-se doente, mas nunca demasiado para dar entrevistas. Renuncia, mas não sem antes atacar a advogada nomeada pelo tribunal.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos