Montenegro visita Pombal numa operação de cosmética política, feita à pressa e sem substância. Passa pela central da água, por uma empresa arrasada por prejuízos milionários e passa, sobretudo, ao lado das pessoas. Chega a correr, sai a correr, como quem cumpre um frete e foge de consequências. Repete medidas gastas e anuncia, com um desplante chocante, que o Governo precisou de uma semana para negociar a suspensão das portagens. Tarde, pouco e mal. Perante perguntas básicas, oferece frases ocas, respostas circulares e nenhuma responsabilidade assumida. Não há datas, compromissos, soluções. Tudo embalado por uma comunicação social mansa. Quase ninguém confronta o essencial: uma semana depois, mais de 200 mil pessoas continuam sem luz e o Plano Europeu de Proteção Civil nem sequer foi acionado. Isto não é governação. É negligência.
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