André Ventura tem de se demarcar de forma clara e inequívoca do ‘1143’. Deve dizer, sem ambiguidades, que se trata de um grupo criminoso e que nenhum democrata aceita ou legitima a tomada do poder pela força. A resposta de que “então no PS também só havia pedófilos por causa de um deputado ter sido preso na Casa Pia” pode render ‘gostos’ nas redes sociais, mas não esclarece, nem resolve o essencial. O PS comportou-se mal nesse processo, é do conhecimento geral, e houve até quem se estivesse “a cagar” para o segredo de justiça. Mas hoje é verdadeiramente inaceitável a ausência de uma demarcação clara por parte de quem quer ser Presidente da República. Ventura não pode pactuar, direta ou indiretamente, com a violência ou com quem tenta impor-se fora das regras democráticas. E isso não tem ambiguidades. É resposta para sim ou não.
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Hoje é verdadeiramente inaceitável a ausência de uma demarcação clara por parte de quem quer ser Presidente da República.
Diz-se doente, mas nunca demasiado para dar entrevistas. Renuncia, mas não sem antes atacar a advogada nomeada pelo tribunal.
Tudo fará para anexar a Gronelândia.
Convém não perder de vista o essencial - Ventura saiu vencedor no domingo e o seu objetivo é chegar a primeiro-ministro.
Em Portugal diz-se que é o fado, mas esta degradação do Serviço Nacional de Saúde não é destino, não é azar, nem fatalidade: é política pública.
Agora, se tudo não passar de uma farsa, a sensação de impunidade será ainda mais destruidora.
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