Há mais de duas semanas que a PJ vive num limbo institucional. Desde que Luís Neves saiu para o Governo, a cadeira de diretor nacional permanece vazia - e o silêncio político à volta do assunto é quase ensurdecedor. Num País onde se repete até à exaustão a importância do combate à corrupção e ao crime económico, seria expectável que a liderança da principal polícia de investigação fosse tratada como prioridade absoluta. Não foi.
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Seria expectável que a liderança da principal polícia de investigação fosse tratada como prioridade absoluta.
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A guerra faz-se no Médio Oriente, mas o custo será global.
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Quando o acessório passa a valer mais do que o essencial, perde-se o sentido das prioridades.
O tom agressivo, a voz levantada para acusar, a teatralidade constante não ajudam a causa - antes a fragilizam.
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