Mariana Fonseca, condenada a 23 anos de prisão pelo homicídio de Diogo Gonçalves, fugiu para Jacarta antes de serem emitidos mandados internacionais. Instalou-se, legalizou-se, arranjou trabalho e até viajou para a Tailândia para passar férias com a família. Foi possível porque a justiça deixou. O MP nunca pediu o agravamento da medida de coação, mesmo após condenações confirmadas em instâncias superiores. E porque entre decisões finais e a execução prática das ordens judiciais continuam a existir semanas ou meses de atraso. Num sistema judicial já marcado pela lentidão, esta falha é incompreensível e irresponsável. Mariana fez o que qualquer arguido bem-aconselhado faria: aproveitou o tempo morto da justiça para desaparecer. O resultado é um País que assiste, impotente, à fuga de uma condenada por homicídio. Mais do que indignação, fica uma pergunta: quem responde por isto? Até agora, ninguém respondeu.
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