As declarações do Kremlin, ao classificar como “extremamente imprudente” a eventual proibição da importação de gás russo, revelam mais uma tentativa de chantagem económica travestida de prudência estratégica. A ameaça surge poucos dias depois de Trump voltar a recorrer à sua diplomacia transacional, ao ameaçar a França com tarifas sobre os vinhos caso não aderisse a um suposto “conselho de paz”. Diferentes discursos, diferentes protagonistas, um denominador comum: a pressão direta sobre uma Europa que insiste em adiar decisões. Demasiado habituada a assobiar para o lado, a UE reage de forma errática, presa entre interesses imediatos e a incapacidade de afirmar autonomia política consistente. O futuro europeu dependerá menos das ameaças alheias e mais da coragem de romper com a complacência e assumir escolhas estratégicas, mesmo quando estas implicam custos.
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