Há quem leve ao congresso ideias sobre o país; outros levam enredos que dariam uma minissérie. Desta vez, a estrela é a moção sobre a alegada troca nacional de bebés pelas secretas. O mais fascinante nem é apenas a teoria, é que a moção recomenda informar a ONG ‘Não Troquem Os Nossos Bebés’, que, por coincidência, pertence ao próprio dinamizador, Luís Pedro Gonçalves. Nos corredores do congresso, consta que houve quem corasse de vergonha. Mas a democracia interna é implacável: dez assinaturas com quotas em dia e eis um “programa clandestino de permuta neonatal” em discussão. Quem precisa de provas quando há persistência? É já a segunda vez que a questão é discutida.
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Quem precisa de provas quando há persistência? É já a segunda vez que a questão é discutida.
A rejeição, por parte do Irão, de propostas de paz reforça a perceção de um conflito em escalada no Médio Oriente, com implicações que vão muito além da região.
Há um mês que a PJ navega à deriva, sem direção, sem rosto e sem urgência política em resolver o vazio.
À dor devastadora de perder um filho, os pais somaram um choque ainda maior: uma lei fria e desumana que lhes nega o reembolso das despesas do funeral.
Ninguém detém o monopólio da investigação.
Para muitos portugueses, mais do que um caso judicial, tudo isto se tornou um símbolo de descrédito.
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