Carlos Cabreiro, o novo homem-forte da PJ, traz consigo o peso discreto de décadas a lidar com um crime que não se vê, mas que cresce nas sombras do digital. Habituado a investigar intenções escondidas atrás de ecrãs, talvez por isso fale pouco e escute mais. Na PJ, onde tantas vezes o ruído confunde mais do que esclarece, esse traço vale ouro.
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Novo homem-forte da PJ, traz consigo o peso discreto de décadas a lidar com um crime que não se vê, mas que cresce nas sombras do digital.
Quem precisa de provas quando há persistência? É já a segunda vez que a questão é discutida.
A rejeição, por parte do Irão, de propostas de paz reforça a perceção de um conflito em escalada no Médio Oriente, com implicações que vão muito além da região.
Há um mês que a PJ navega à deriva, sem direção, sem rosto e sem urgência política em resolver o vazio.
À dor devastadora de perder um filho, os pais somaram um choque ainda maior: uma lei fria e desumana que lhes nega o reembolso das despesas do funeral.
Ninguém detém o monopólio da investigação.
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