O INEM não falhou, garante o seu presidente. Terá faltado articulação, admite, mas o novo sistema de triagem não teve qualquer influência no desfecho fatal. Luís Mendes Cabral disse-o com sobriedade, com uma segurança que quase soa a anedota.
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Falhou o homem. Falhou o tempo. Falhou a vida. Será que não falhou nada mesmo?
A justiça transforma-se num espetáculo de paciência infinita.
Não é só uma decisão judicial; é uma mensagem social.
O Estado hesita, e nessa hesitação perde-se algo essencial: a ideia de que a lei não é decorativa. Porque a Justiça que tarda não é apenas injusta - é perigosa.
Mariana provou que a justiça não é para todos.
Quem é chamado a gerir o que é de todos deve aceitar sem reservas o escrutínio.
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