Mariana era enfermeira. E foi também, com a namorada, responsável pela morte de Diogo. Foi presa, absolvida, mais tarde condenada e, antes disso, indemnizada. Um percurso que parece absurdo, mas que diz muito sobre o tem- po em que vivemos. Teve tempo para tudo: planear a fuga, definir um ponto de recuo, talvez, até, preparar uma nova identidade. Nada foi improvisado. O crime foi pensado com requintes de malvadez; a fuga, com uma altivez fria.
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