Ninguém quer defender o Zé. Dois advogados recusaram e o processo regressou ao eterno ‘banho-maria’, esse estado morno onde tudo se dissolve e nada se decide. O Zé - ou José Pinto de Sousa, como lhe chamava o juiz Carlos Alexandre - é o Zé que foi a votos, conquistou uma maioria absoluta e agora diverte-se às custas do País que o elegeu. Entre recusas, adiamentos e manobras, a justiça transforma-se num espetáculo de paciência infinita.
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Falhou o homem. Falhou o tempo. Falhou a vida. Será que não falhou nada mesmo?
A justiça transforma-se num espetáculo de paciência infinita.
Não é só uma decisão judicial; é uma mensagem social.
O Estado hesita, e nessa hesitação perde-se algo essencial: a ideia de que a lei não é decorativa. Porque a Justiça que tarda não é apenas injusta - é perigosa.
Mariana provou que a justiça não é para todos.
Quem é chamado a gerir o que é de todos deve aceitar sem reservas o escrutínio.
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