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Brigitte Bardot: França despede-se de uma deusa

Funeral da atriz realizou-se nesta quarta-feira em Saint Tropez.

08 de janeiro de 2026 às 01:30

Emmanuel Macron, presidente de França, sugeriu que se fizesse uma homenagem nacional a Brigitte Bardot, lenda do cinema francês falecida no dia 28 de dezembro, aos 91 anos, mas a família recusou. A vedeta que, nos últimos 50 anos se dedicou de alma e coração à causa animal – depois de ter mudado, para sempre, a perceção do que é sexo e sensualidade no ecrã – foi a enterrar na quarta-feira, dia 7, numa cerimónia discreta, na terra onde escolheu viver depois de se retirar: Saint-Tropez. Muitas centenas de pessoas prestaram a última homenagem à diva, entre elas famosos como a cantora Mireille Mathieu e o ator Paul Belmondo (filho de Jean-Paul Belmondo). Macron não esteve presente, mas o governo francês fez-se representar por Aurore Bergé, ministra para a Igualdade de Género e Luta contra a Discriminação.

Marine Le Pen, do Partido de extrema-direita Rassemblement National (cuja ideologia a atriz partilhava), não podia faltar, assim como Paul Watson, cofundador da organização ambientalista Greenpeace. O filho Nicolas, com quem Brigitte nunca teve boa relação (estiveram décadas sem falarem), também foi à cerimónia. Depois uma missa reservada a convidados, Brigitte Bardot foi sepultada no cemitério de Saint-Tropez.

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