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Artigo exclusivo

‘Pequena Venezuela’ espera novo regime: vivem-se dias de apreensão no lado venezuelano

Relatos que chegam do lado venezuelano são de um terror generalizado e perseguições a quem critica o regime.

09 de janeiro de 2026 às 01:30

Lorena Angulo chegou bem cedo a La Parada, que é a pequena localidade de Cúcuta que recebe os venezuelanos que trabalham no lado colombiano da fronteira andina de Táchira. A mulher de 45 anos foi direta à enorme drogaria, onde funcionários atendem clientes atrás de uma robusta grade metálica, para tentar comprar a ligação de um pequeno cano para o lavatório da casa de banho da sua casa em San Antonio del Táchira, no lado venezuelano. Não queria falar de política e muito menos deixar-se fotografar, mas rapidamente admitiu que “na Venezuela não há esperança”. Explicou porquê: “Não temos emprego. Perdemos a dignidade. Não temos bens básicos nem cuidados de saúde elementares”, observou sem querer esmiuçar a revolta agravada com a inexistência, também em La Parada, da peça de pichelaria que não encontrou na Venezuela.

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