PHILIPS- A Saúde Auditiva: Um Pilar Esquecido do Nosso Bem-Estar
Sabemos que ouvir bem é importante para conversar. Mas será que compreendemos até que ponto a nossa audição está ligada a tudo o resto? Para milhões de pessoas, a perda auditiva é uma realidade que, silenciosamente, vai minando muito mais do que a capacidade de ouvir um sussurro.
Ela começa, muitas vezes, de forma subtil. A dificuldade em acompanhar uma conversa num café, o constante "o quê?" ou a sensação de que todos estão a murmurar. Este esforço contínuo para decifrar palavras é cansativo. Leva a mal-entendidos, a frustração e, muitas vezes, à decisão mais fácil: evitar situações sociais. O mundo, então, começa a encolher. O isolamento bate à porta.
E é aqui que a história se complica. Este isolamento não é apenas uma tristeza passageira. É um terreno fértil para a ansiedade e para uma sensação profunda de solidão. Estudos são claros: estar só, quando não é por opção, fragiliza a saúde mental.
Mas o impacto não para aí. O cérebro é uma máquina de eficiência incrível. Quando os sons chegam distorcidos, ele redireciona recursos preciosos – da memória, do raciocínio – só para tentar compreender o que se passa. É como correr uma maratona todos os dias, só para funcionar. Esta sobrecarga, combinada com a falta de estimulação do isolamento, parece acelerar o declínio cognitivo. A ciência já identificou a perda auditiva não tratada como o maior fator de risco modificável para prevenir o aparecimento de demências. Sim, leu bem: o maior que podemos atuar.
A boa notícia? Esta espiral tem um ponto de interrupção. Tratar a audição é uma das intervenções mais poderosas que existem para a saúde global na maturidade. Não se trata só de voltar a ouvir os pássaros. Trata-se de voltar à mesa de jantar, às histórias dos netos, à vida partilhada. É proteger o cérebro, elevar o humor e manter-se ligado(a) ao mundo.
E os benefícios podem ser ainda mais profundos. Uma investigação recente e séria da Universidade do Sul da Califórnia trouxe uma revelação surpreendente: quem usa regularmente aparelhos auditivos adequados pode ter um risco de mortalidade até 25% menor. A conclusão é clara: cuidar da audição pode não só melhorar a vida, como a torna mais longa.
Na hora da escolha, a experiência conta
O mercado está cheio de promessas. Aparelhos que se compram online ou em anúncios de televisão, dispositivos que "amplificam tudo". É crucial perceber a diferença: há uma distância abismal entre um simples amplificador de som e um verdadeiro aparelho auditivo, que é um dispositivo médico.
É aqui que a história de uma marca faz a diferença. A Philips não é um nome novo neste campo. É uma das marcas mais antigas e respeitadas no mundo da tecnologia para a saúde, com uma reputação construída ao longo de décadas. Essa longevidade traz algo inestimável: fiabilidade e a sabedoria de quem sabe que está a lidar com saúde, não com um gadget.
Os aparelhos auditivos Philips são dispositivos médicos certificados e registados no INFARMED. Isto significa que passaram por rigorosos controlos. A sua tecnologia vai muito para além de aumentar o volume. Usam inteligência artificial para se adaptarem de forma inteligente a cada ambiente, filtrando o ruído, focando na fala e reduzindo drasticamente o esforço que o cérebro tem de fazer. O objetivo não é só que se ouça, mas que se compreenda com clareza e se recupere o prazer de ouvir.
Escolher um aparelho auditivo não é como escolher uns auscultadores. É uma decisão sobre a sua qualidade de vida a longo prazo. É optar por uma tecnologia segura, desenvolvida com rigor médico, e que tem como missão restabelecer uma das nossas ligações mais preciosas ao mundo e às pessoas que amamos. É, no fundo, um investimento numa vida mais completa, ativa e presente. E isso é um cuidado que não tem preço.
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