A noite de 'Batalha atrás de batalha': filme de Paul Thomas Anderson arrebata os Óscares

Filme conquistou seis estatuetas, e 'Pecadores', de Ryan Coogler, levou quatro para casa.

17 de março de 2026 às 01:30
Jessie Buckley, Michael B. Jordan e Amy Madigan premiados nos Óscares
Paul Thomas Anderson celebra a vitória de 'Batalha atrás de batalha'
Jessie Buckley e Michael B. Jordan consagrados melhores atores de 2025
Michael B. Jordan com o realizador Ryan Coogler
Leonardo DiCaprio cumprimenta Michael B. Jordan pela vitória

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Prémio atrás de prémio, o filme de Paul Thomas Anderson dominou a cerimónia dos Óscares deste ano, arrebatando seis estatuetas, incluindo a de Melhor Filme e Melhor Realizador. A de Melhor Ator Secundário também coube a 'Batalha atrás de batalha', mas Sean Penn, o vencedor (que também falhou os Bafta e os Actor Awards), escolheu estar à mesma hora na Ucrânia, ao lado do presidente Volodymyr Zelensky, que lhe agradeceu nas redes sociais.

De resto, exceção feita ao Óscar para Melhor Ator – que podia ter ido calhar, com igual justiça, a várias mãos (mas foi para as do carismático Michael B. Jordan) –, todos os outros prémios eram mais ou menos expectáveis. Jessie Buckley estava na calha para o prémio de Melhor Atriz (os críticos acham que fez o melhor discurso da noite, um elogio às dores e alegrias da maternidade); Amy Madigan na calha para o de Melhor Secundária pela sua prestação em ‘A Hora do Desaparecimento’.

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Nomeado em 16 categorias (um recorde histórico), ‘Pecadores’ conseguiu levar para casa quatro prémios, incluindo o de Melhor Argumento Original para Ryan Coogler, mas um dos momentos mais bonitos da cerimónia, que decorreu no Dolby Theatre, em Hollywood, foi o abraço que Leonardo DiCaprio – que também se candidatava ao Óscar de Melhor Ator – foi dar ao colega que o derrotou. Outros momentos emotivos na festa aconteceram em palco, com a homenagem de Billy Crystal a Rob Reiner e à mulher, Michele, assassinados pelo filho em dezembro, e com o discurso de Barbra Streisand ao colega Robert Redford, que morreu em setembro, aos 89 anos. Sobre Brigitte Bardot, porém, nem uma palavra. Foi esquecida na cerimónia.

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