Amor Electro com "disco despido de preconceitos"
Marisa Liz, a vocalista de Amor Electro, fala do novo álbum da banda, ‘(Re)volução', que apresenta uma sonoridade mais rock e uma "libertação e evolução" musical.
Correio da Manhã - O mais recente álbum dos Amor Electro, ‘(Re)volução', saiu recentemente. Quando vão para estrada promovê-lo?
Marisa Liz - Estamos agora a promover o nosso segundo single, ‘Só É Fogo Se Queimar'. E vamos começar com os concertos em breve. É um disco que gostava que ouvissem na íntegra. Achamos que é melhor do que o primeiro, despido de preconceitos. É a nossa revolução pessoal e emocional.
Quando são os próximos concertos?
Vamos estar no dia 24 em Santiago do Cacém e depois a 9 de maio em Vila Franca de Xira.
Há novas sonoridades?
O ADN é o mesmo, até porque somos as mesmas pessoas a compor e a produzir (Tiago Pais Dias, Ricardo Vasconcelos, Rui Rechena, Lito Pedreira e Marisa Liz). Mas como viemos de dois anos de estrada, o nosso som tornou-se mais rock. Houve uma libertação, uma ‘evolução' musical e pessoal também. Não nos preocupámos tanto com as afinações, as coisas foram um pouco mais cruas, mais naturais.
Que temas do disco destaca?
Temos músicas ali que nos vão marcar para toda a vida. ‘A Nossa Casa' e ‘Só É Fogo se Queimar' têm sido as primeiras que mostramos ao público. Só espero que as pessoas tenham a curiosidade de querer ter o nosso disco.
E qual o feedback do público?
Tem sido muito bom. Há uma energia muito boa. Não se consegue ter um bom concerto, quando não se tem um bom público. Aquilo é uma partilha de mensagens e emoções. Tu dás o que recebes. E temos tido a sorte de cada concerto que damos ser uma noite ou uma tarde especial.
Quem é o vosso público?
Pessoas de todas idades. Ficamos pasmados quando vemos malta de 80 anos a abanar a cabeça, ou crianças. É emocionante quando vemos que há uma família que nos ouve. É mágico.
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