Autores e atores sonantes dominam semestre nos palcos nacionais
Teatros serão palco para projetos diversos nos primeiros seis meses do ano.
Diversidade de propostas e nomes sonantes – quer na autoria dos textos quer nos elencos – vai marcar o primeiro semestre deste ano nos palcos nacionais. Tiago Rodrigues repõe o seu espetáculo-sensação: ‘Catarina e a Beleza de Matar Fascistas’, que já fez digressão em Portugal e no estrangeiro, somando prémios pelo caminho, retorna à capital de 12 a 17 deste mês, na Culturgest, mas os bilhetes esgotaram em menos de meia hora após terem sido postos à venda. Antes disso, estará no Theatro Circo, em Braga (dias 6 e 7); depois vai ao Teatro Municipal de Ourém (20 e 21 de março)e ao Teatro Municipal de Vila Real (27 e 28 de março).
Diogo Infante encena ‘A Gaivota’, de Tchekov, noTeatro da Trindade, em Lisboa, prometendo uma “versão atualizada” e com Alexandra Lencastre no papel de Irina Arkadina. A estreia está marcada para 29 deste mês – o mesmo dia em que Miguel Seabra estreia, no Teatro Meridional, a sua versão de ‘Os Dias Felizes’ de Beckett, com Mónica Garnel e Emanuel Arada.
Marco Martins, que estreou ‘Um Inimigo do Povo’, de Ibsen, em Braga, leva o espetáculo – que mistura atores profissionais com imigrantes e nos obriga a repensar sobre a operação policial na Rua do Benformoso em dezembro de 2024 – vai circular: estará em cena a 16 e 17 de janeiro, no Rivoli, Porto, e no Centro Cultural de Belém, Lisboa, de 13 a 15 de março.
No Porto, Carlos Pimenta apresentará ‘O Fim’, de António Patrício (no Teatro Nacional São João, de 12 a 22 de fevereiro)e, no mesmo espaço, mas a partir de 12 de março, Vítor Hugo Pontes mostrará ‘Falsas Histórias Verdadeiras: Uma Pina Colagem’, espetáculo construído a partir da obra de Manuel António Pina com música de A Garota Não.
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