Bob Marley morreu há 35 anos

“Rei do reggae” ainda é um ícone.

10 de maio de 2016 às 15:48
bob marley, reggae, groundation Foto: d.r.
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Amante do futebol e bom jogador, defensor dos oprimidos e da paz, Bob Marley é, ainda hoje, dos maiores músicos de reggae e dos que mais gera dinheiro, apesar de ter morrido faz quarta-feira 35 anos. O "rei do reggae" morreu de cancro, aos 36 anos, a 11 de maio de 1981, em Miami, nos Estados Unidos.

Através das músicas e do movimento rastafári, que abraçou e impulsionou, falou do povo negro jamaicano e dos problemas de África, sendo hoje, pelo continente, um dos grandes ícones. Camisolas com a sua cara são das mais vistas em muitos países de África e, segundo dados divulgados pela imprensa, Bob Marley é dos músicos mortos que mais dinheiro gera, a par de Michael Jackson e Elvis Presley.

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Nunca ganhou um Grammy em vida mas, em 2001, recebeu postumamente o Grammy Lifetime Achievement Award e, desde 2006, há em Brooklyn, Nova Iorque, uma avenida Bob Marley.

Tudo começou 6 de fevereiro de 1945, em Nine Miles, no centro da Jamaica, onde hoje está o mausoléu Bob Marley. Com a mãe iria depois para os subúrbios de Kingston, onde brincava aos músicos com o filho do padrasto, Bunny Wailer, e, anos mais tarde, os dois, com Peter Tosh, iriam criar o grupo The Wailing Wailers.

Casou-se quatro anos depois, trabalhou nos Estados Unidos, regressou a casa, viajou para a Europa e voltou de novo a casa em 1972 para, aí sim, fazer o início de uma carreira fulgurante. 

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Da sua história de vida fica ainda uma tentativa de assassinato e a saída da Jamaica, de novo, os anos de ouro e a ascensão de um ativista, de um músico que, em 1980, juntou 100 mil pessoas em Milão e que cantou na cerimónia da independência do Zimbábue.

No mesmo ano, começou a receber os primeiros tratamentos contra o cancro que o venceu no ano seguinte, quando ia de novo a caminho de casa.

Deixou músicas como "No woman, no cry", "Could you be loved", "One Love", "Jamming", "Get up, stand up", "Is this love" ou "Redemption song" e morreu num hospital em Miami, agarrando a mão da mãe.

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