Caixão branco e coroa de flores: Cultura sai à rua em protesto

Sete cidades de Portugal continental e ilhas foram, durante esta quarta-feira, palco de várias manifestações.

22 de abril de 2021 às 01:30
Grupo Vigília Cultura e Artes depositou um caixão ao fundo da escadaria da Assembleia da República Foto: André Kosters / Lusa
Um dos vários cartazes do funeral da Cultura, em Lisboa Foto: André Kosters / Lusa
Funchal também aderiu ao protesto dos profissionais da Cultura Foto: Direitos Reservados
No Porto, profissionais da Cultura simularam o funeral do setor da cultura com um caixão, flores e cartazes Foto: Direitos Reservados
Em Angra do Heroísmo, nos Açores, o mau tempo não impediu a Cultura de sair à rua Foto: Direitos Reservados
Em Aveiro, o protesto da cultura resistiu à chuva Foto: Direitos Reservados

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U m caixão branco, com uma coroa de flores e uma faixa com a frase ‘Aqui jazem profissionais da Cultura, Artes e Eventos’ foi colocado, esta quarta-feira de manhã, ao fundo da escadaria da Assembleia da República. Esta foi mais uma forma de protesto, em jeito de velório simbólico, dos profissionais da cultura para lembrar o abandono a que o setor foi deixado em tempos de pandemia.

O protesto, levado a cabo pelo grupo Vigília Cultura e Artes e que surgiu já em contexto da atual crise, estendeu-se também a outras cidades de Portugal continental e ilhas: Porto, Évora, Faro, Funchal, Ponta Delgada e Angra do Heroísmo. “É muito triste que ao final de onze meses estejamos a reivindicar as mesmas coisas porque nada foi feito” diz ao CM Joana Saraiva, responsável pela ação, que dá como o exemplo “os apoios de emergência que demoram e as medidas estruturais que não chegam”.

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