Cartazes de protesto expostos no Barreiro

Foco sobre a participação cívica da população lusa em manifestações nos últimos dez anos.

29 de abril de 2018 às 01:30
Exposição de cartazes de protesto no Barreiro Foto: Luís Manuel Neves
Exposição de cartazes de protesto no Barreiro Foto: Luís Manuel Neves
Exposição de cartazes de protesto no Barreiro Foto: Luís Manuel Neves
Exposição de cartazes de protesto no Barreiro Foto: Luís Manuel Neves
Exposição de cartazes de protesto no Barreiro Foto: Luís Manuel Neves
Exposição de cartazes de protesto no Barreiro Foto: Luís Manuel Neves
Exposição de cartazes de protesto no Barreiro Foto: Luís Manuel Neves
Exposição de cartazes de protesto no Barreiro Foto: Luís Manuel Neves
Exposição de cartazes de protesto no Barreiro Foto: Luís Manuel Neves
Exposição de cartazes de protesto no Barreiro Foto: Luís Manuel Neves
Exposição de cartazes de protesto no Barreiro Foto: Luís Manuel Neves
Exposição de cartazes de protesto no Barreiro Foto: Luís Manuel Neves
Exposição de cartazes de protesto no Barreiro Foto: Luís Manuel Neves

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O que Faz Falta é Agitar a Malta’ é o mote para a exposição patente no espaço Ephemera, no parque empresarial Baía do Tejo, no Barreiro, até ao final de junho. A mostra de cartazes reivindicativos, artesanais e de iniciativa espontânea, que foi ‘roubar’ o nome à canção de José Afonso, visa documentar o protesto como elemento fulcral da democracia.

"O título original da exposição era para ser ‘Não me Calo’", explicou ao CM José Pacheco Pereira, fundador da Ephemera, "inspirado num cartaz feito de uma caixa de cartão e levado para uma manifestação". Em causa está, portanto, a participação cívica da população nas manifestações ocorridas na última década no nosso País.

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Expostos estão cartazes contra Donald Trump, presidente dos EUA, contra o assédio sexual ou contra o Governo por causa dos incêndios de 2017. Para o fundador do arquivo Ephemera, esse é o principal objetivo: "documentar o protesto, sem olhar à sua natureza política."

A exposição despertou o interesse do público, com centenas de famílias a visitarem o espaço no feriado do 25 de Abril, o que revela a importância da parceria firmada entre a Ephemera e a Baía do Tejo. "O protocolo permitiu a cedência de um armazém, que servirá de entreposto em relação à sede do arquivo instalado na Marmeleira, em Rio Maior. "Como contrapartida", esclarece Pacheco Pereira, "estão previstas iniciativas culturais, como conferências, debates e visitas escolares".

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