Concertos de Páscoa de norte a sul do País

Nos próximos dias poderá assistir a diversos espetáculos de orquestras. ‘Requiem – em memória de Camões’ é um dos destaques

17 de abril de 2025 às 01:30
Orquestra Metropolitana de Lisboa
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A época pascal está recheada de vários espetáculos sinfónicos, que acontecem de norte a sul do País. Esta quinta-feira, no Auditório Vianna da Mota, na Escola Superior de Música de Lisboa, às 20h00, a Jovem Orquestra Portuguesa (JOP), sob a direção de Telmo Costa e Vasco Ferrão, apresenta "Wennäkoski e Brahmsh Invenção e Romantismo". O programa do espetáculo inclui a estreia em Portugal de "Verdigris", da finlandesa Lotta Wennäkoski, e ainda a Sinfonia n.º 2 em Ré maior, de Johannes Brahms.

Também esta quinta-feira, às 20h00, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, a Orquestra Sinfónica Portuguesa e Coro do Teatro Nacional de São Carlos, interpretam ‘Um Requiem Alemão, de Brahms’, sob a direção musical do maestro alemão Hartmut Haenchen, sendo solistas, a soprano Lenneke Ruiten e o barítono Wolfgang Rauch.

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Por sua vez, a Orquestra Metropolitana de Lisboa com o Coro Infanto-Juvenil e o de Câmara da Universidade de Lisboa, sob a batuta do maestro Paul Daniel, interpretam o ‘Requiem, em memória de Camões’, de João Domingos Bomtempo atuam esta quinta-feira, pelas 20 horas, no Teatro São Luís, em Lisboa. O espetáculo é apresentado novamente no dia seguinte, 18 de abril, no Grande Auditório do Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha, pelas 21 horas. De referir que antes, pelas 19h30, irá haver uma conversa com o investigador Rui Magno Pinto, do Centro de Estudos de Sociologia e Estético Musical, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa.

 Na próxima semana, a 26 de abril, às 21h30, no auditório do Centro de Artes de Águeda, a Orquestra e o Coro XXI celebram a Páscoa com um programa assente num dos grandes marcos da música religiosa do romantismo tardio: o ‘Requiem’ de Gabriel Fauré. A direção musical ficará a cargo de Dinis Sousa, com a soprano Leonor Amaral e o barítono Diogo Mendes. Para a abertura deste concerto, a orquestra interpretará também a Serenata n.º 2 de Johannes Brahms — dedicada a Clara Schumann e considerada por muitos a sua primeira obra orquestral. A separar estas duas peças de maior envergadura, o Coro XXI levará a palco o moteto a seis vozes Sitivit anima mea, de Manuel Cardoso, homenageando, aquele que é um dos autores de referência da idade de ouro da polifonia sacra portuguesa.

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