Conheça os ‘Bananas’ vencedores do desafio lançado pelo CM

Saiba quem são as crianças que responderam ao desafio do CM a propósito do livro ‘O Diário de um Banana 9: assim vais longe’. Conheça-os e leia o que escreveram estes 'bananas', que são mais do que dignos desse nome, tal qual o é Greg, o herói banana.

08 de dezembro de 2014 às 14:33
o diário da um banana, capa Foto: Booksmile
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O CM voltou a desafiar os seus leitores mais novos a confidenciar as suas peripécias. Desta vez, as aventuras foram no Natal e os fãs do Greg – personagem principal da coleção O Diário de um Banana – enviaram um texto com um Natal de banana. Leia os textos que ganharam o passatempo e divirta-se.

Os sete melhores bananas vão ganhar o kit banana que é composto pelo último livro da coleção, O Diário de um Banana 9: assim vais longe, autografado pelo Greg, juntamente com lápis, marcadores de livros e avisos de porta.

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E agora... Eis os textos dos bananas vencedores

1º lugar: André Resendes, 9 anos

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Um dia quando o Greg estava no sofá a ver televisão e lembrou-se que faltavam duas semanas para o Natal.

Então ele resolveu ir fazer a carta de Natal, mas quando pegou na carta começou a pensar no Natal passado. Quando isso aconteceu, ele ficou cheio de pesadelos, porque no Natal passado ele recebeu três pares de camisas, dois pares de meias e até cinco pares de cuecas. Por causa disso este ano ele queria deixar bem claro que só queria jogos de vídeo para o Natal. Por isso ele fez 27 cartas de Natal para ninguém ter dúvidas. Depois disso ele começou a distribuí-las pela família e sem querer deu uma ao professor de ginástica e o professor teve pena e mostrou à família que ele queria um jogo chamado Minecraft. Todos os membros da sua família tiveram a mesma ideia e compraram o jogo para lhe oferecer.

Voltou a repetir-se o mesmo pesadelo do Natal passado. O Greg recebeu 27 jogos Minecraft. Mas dessa vez o pesadelo transformou-se no melhor Natal de sempre. O Greg teve uma ideia luminosa e decidiu ir vender os 26 jogos para a escola, no fim do dia tinha feito 500 euros. Com esse dinheiro ele decidiu comprar uma consola que queria desde os 6 anos, mas como era tão cara nunca tinha tido coragem de a pedir aos pais. Foi o melhor Natal de sempre.

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Fim

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2º lugar: Mafalda Pintado, 10 anos

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FINALMENTE !!!!!!!!!!!!!!! Dia vinte e três de dezembro. Faltam dois dias para o natal!!!!! Bom mas para piorar… Vamos lá recuar:

Vinte e dois:

Hoje o meu irmão o Manny foi ao Karaté e INACREDITAVELMENTE já está no cinturão negro! Por isso já estou a imaginar o Natal, eu a abrir as prendas e o Manny a destruí-las juntamente com o Rory. Mas voltando ao dia de hoje eu, os meus pais e os meus manos vamos ver uma tia nossa.

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Durante a viagem o Manny só dizia:

- O Pai Natal vem aí vem aí (com a música dos Star Wars) vai-me dar prendas a mim e a ti!

Quando chegámos eu corri para o meu quarto emprestado e comecei a dar murros na parede. Na hora de jantar o Manny continuava a cantar até que eu GRITEI:

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- Estou farto disto farto, farto, FARTO!!!!!!!!!

O Manny chateou-me por isso saí da mesa. No meu quarto só ouvia o Manny a partir as coisas da casa e todos a aplaudir. Liguei ao Rolley:

-Oi Rolley, vem cá ter a casa de noite. Mas trás roupa.

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-Está bem, está bem…

Dia 24 de dezembro:

Quando ele chegou não sei o que aconteceu: Vimos uma luz vinda da janela. Fomos lá e ESPETACULARMENTE vimos o trenó do Pai Natal!!!!! O mundo parou e quando acordámos nós vimos milhares de duendes! Vestimo-nos como eles e procurámos uma saída. Mas puseram-nos a trabalhar. Enquanto eu trabalhava os meus pais procuraram-me por toda a parte. Mas pronto eu e o Rolley fugimos do trabalho e procuramos o Pai Natal. Passado duas horas encontramos o serviço de quartos P.P.N. (Para o Pai Natal). Pegámos no carrinho e fomos até à sala apresentada no cartão que estava no carrinho.

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Batemos á porta:

-Quem é ? –perguntou o Pai Natal.

-Serviço de quartos!-respondemos nós.

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Dia de Natal(25 dezembro) madrugada:

O Pai Natal abriu a porta pegou no carrinho e fechou a porta. Nós irritámo-nos e por isso tornamo-nos o "007". Entrámos no quarto do Pai Natal por uma corda e pusémo-nos dentro do saco dos presentes. Passado meia-hora sentimos o saco a mexer e de repente estávamos na última ronda de casa. A minha casa (da minha tia). Eu pus a cabeça de fora e nós caímos pela chaminé. PUUUUM !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! E caímos dentro das prendas do Manny. Passado duas horas o Manny foi a arrastar os pés com lágrimas no rosto. Quando abriu as prendas e viu-me lá dentro abraçou-me tanto que quase fiquei sem respirar:

-Desculpa não ter sido a tua XBOX como querias - disse eu.

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- Não faz mal tu és a melhor prenda do mundo!

Chegaram todos ao pé de nós e demos um GRANDE abraço.

Fim

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3º lugar: Hugo Santos, 12 anos

Eu assobiava para o lado sempre que alguém falava no Pai Natal. Até obrigavam-me a ir ao centro comercial tirar umas fotos com um velhote de fato e barrete vermelho. Na verdade nem me importava muito de ir, porque assim sempre podia pedir ao "Pai Natal" - desde que os meus pais assistissem ao pedido - aquele jogo de consola que tanto ansiava.

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Em casa, debaixo de uma árvore verde de plástico, iam-se amontoando os embrulhos para os primos, tios, avós, pais, e até para o hamster! Como é possível o hamster ter uma prenda?!

Fazia-me de ignorante, e, lá ia perguntar ao meu pai por que razão não existia uma única prenda com o meu nome. A resposta era sempre a mesma, que era o Pai Natal a trazer as prendas para as crianças, mas o meu pai naquele momento esqueceu-se que eu já tinha 11 anos, e sei perfeitamente que o tal velhote de fato e barrete vermelho que chega de treno voador movido a renas, NÃO EXISTE.

Por que razão os adultos tanto mentem nesta altura do ano? Para fazerem as crianças felizes não era necessário tanta falsidade envolvendo o coitado do Pai Natal!

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Noite de natal. Casa cheia de familiares que se vêm lambuzar com bacalhau, batatas, couves e doces. Quando falta um minuto para a meia-noite, os meus primos insistem em me fechar no quarto porque o Pai Natal está a chegar. Assobio para o lado (que raio de vício!) e lá vou eu.

Com certeza que quem faz de Pai Natal este ano deverá ser o Tio Manel porque é o que tem a maior barriga. A campainha já toca, em casa ficam todos em delírio, exceto eu, e insistem para ir abrir a porta. Lá aparece o Tio Manel quase todo vestido de vermelho a tentar enganar-me, e ainda por cima só consegue disfarçar a voz quando faz how how how how. Para além da denúncia da voz, o Tio Manel cometeu um erro gravíssimo, que foi o de não ter trocado de sapatos. Pois, se calhar foi uma GRANDE coincidência, o Pai Natal tem uns sapatos comprados na Lapónia, exatamente iguais ao do Tio Manel comprados ali no Calçado Guimarães.

Distribuição de prendas, porta-te bem, blá, blá, porque senão para o ano o Pai Natal, blá, blá… Os adultos por vezes deveriam ficar de castigo e não receber nenhuma prenda, porque passam quase todo o mês de Dezembro a mentir às crianças sobre a existência do Pai Natal, e que chega de trenó com renas e outras cenas assim muito maradas.

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Toda a gente já tem a sua prenda e está na hora do Pai Natal/Tio Manel ir-se embora, o que significa ir à casa de banho tirar o fato, o barrete e a falsa barba.

Esperei que a família estivesse novamente concentrada na sala, enchi o peito de ar, o que quer dizer que enchi-me de coragem, e para que todos ouvissem disse bem ALTO ao Pai Natal/Tio Manel que teria de fazer dieta para o próximo ano poder entrar pela chaminé e já agora convinha que trocasse também de sapatos para que o disfarce ficasse perfeito.

NOTA: a prenda do Hamster foi um osso de roer. Os meus avós pensavam que um hamster era uma raça de cão.

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Fim

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Menções honrosas:

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Adriana Barbosa, 9 anos

Dia 30 de outubro,

Querido diário banana, mais um dia daqueles que apenas me deu vontade de ficar com os meus chinelos e pensar que o amanhã só chega bem depois do fim do dia de hoje. Monótono mas relaxante ao mesmo tempo. Tudo corria de feição, mas o vizinho chato do oitavo andar, voltou a bater na minha porta.

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Por mais voltas e voltas que o cão ou eu dêmos na sala não consigo que aquele "truz truz" desapareça.

Eu até sou boa pessoa mas aturar ou ouvir aquele monte de espinhas não me apetece não. Encho o peito de ar e de coragem e abro a porta a meio gás.

- Queria convidar-te para um cinema na minha casa, na sala dos filmes. - balbuciou aquele monte de espinhas ambulante que nem sequer lhe respondi.

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Não e não e mais uma vez não. Mas a minha mãe ouviu e obrigou-me mesmo a sair com a "espinhas ambulante".

Parece que o pior dia da minha vida está prestes a acontecer e nem sequer tenho controlo.

Vou chorar e chorar e pedir exílio na casa mais segura do pais, a casa do meu avô. E ainda por cima a minha mãe convidou-a para vir ao nosso jantar de natal. Que rica prenda Santa Cláusula.

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Fim

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Ana Rita Sousa, 15 anos

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24 de dezembro:

Bem, este Natal está a ser um pouco diferente do habitual pois eu e toda a minha família viemos passar o Natal a casa da minha tia Gretchen.

Tivemos de vir de comboio pois o Rodrick bateu com a carrinha dos Frauda Xeia no carro do meu pai e o carro teve que ser rebocado para a oficina..

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Pensava que uma viagem de comboio seria mais agradável do que ir de carro pois, ultimamente o Manny tem enjoado no carro e já devem saber o resultado.

Mas estava enganado porque o Rodrick trancou-me na casa de banho do comboio a viagem toda e, para meu azar, a última pessoa que a tinha usado certamente tinha comido pelo menos, 5 doses de feijoada ao almoço.

Fomos os últimos a chegar a casa da tia Gretchen, e ainda por cima já era de noite. A minha mãe obrigou-me a cumprimentar toda a minha família, e eu só queria era dormir.

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A maioria eram pessoas das quais eu já não me lembrava, incluindo aquele tipo estranho que diz ser meu tio, e ainda por cima descobri que o meu tio Gary se vai casar pela quinta vez no próximo mês com uma tal Gina… ainda não a conheci mas sei que se conheceram pela Internet.

Depois de ter cumprimentado toda a gente fui perguntar à minha avó porque é que a árvore de Natal estava no chão e ela respondeu-me que o Fofo a tinha derrubado, devido ao seu peso e claro que fui ajudar a minha avó a pô-la no lugar. Depois disto fomos jantar.

Quando chegou a hora de dormir, achava eu que ia ser um descanso mas a confusão ficou instalada! Éramos muitos e a minha tia dividiu-nos todos em vários quartos e claro fiquei a dormir num quarto no sótão com os meus primos Malvin e Malcolm, e os meus tios Fred e Joe.

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O que poderia ter sido divertido tornou-se um verdadeiro pesadelo pois, o tio Joe ressonou a noite toda e o tio Fred começou a falar enquanto dormia.

25 de dezembro:

Finalmente chegou o dia de Natal e ainda estou mais cansado do que ontem. Devido aos percalços da noite passada acabei por ir dormir para o local mais sossegado da casa: a banheira, pelo menos foi o que eu pensei pois o Malcolm e o Malvin passaram o tempo todo a bater à porta da casa de banho e, ainda por cima o Manny decidiu acordar as 6:30h da manhã porque tinha perdido o Zinha e fez me procurá-lo pela casa toda. Acabei mais tarde por encontrá-lo debaixo da almofada dele.

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Que sono! E a pior parte é que eu estava cheio de fome, pois o jantar tinha sido salada de bacalhau e eu estava literalmente a morrer de fome mas não pude ir logo comer pois segundo a politica de pequenos-almoços da minha avó só se come quando estiverem todos sentados à mesa, e claro que o Rodrick tinha que levar uma hora a pentear o cabelo, só para me provocar.

Depois de termos comido chegou finalmente a melhor parte do ano: a entrega das prendas. Este ano pedi um skate, mas não estava muito esperançoso, pois todos os anos recebo a mesma coisa: um par de meias, uma camisola feia e um livro de álgebra, mas este ano superou todos os outros, pois quando rasguei o embrulho estava um triciclo lá dentro, e claro que eu fui ter com os meus pais pedir uma explicação, pois eu tinha pedido única e estritamente um skate!

A minha mãe disse-me que um skate era muito perigoso pois o filho de uma colega dela fez uma entorse a andar de skate. Enfim, sou e serei sempre um banana.

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Fim

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João Sousa, 13 anos

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2013

25 de outubro/sexta-feira:

Os meus pais inscreveram-me num atelier de artes para eu passar menos tempo em casa sem fazer nada. Ao menos vou poder aprender a desenhar alguma coisa de jeito.

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29 de outubro/terça-feira:

A partir de agora tenho de ir três vezes por semana àquele sítio onde as professoras só se sabem queixar das suas vidas medíocres e dos outros alunos. Nem consigo imaginar aquilo que dirão de mim nas minhas costas.

7 de novembro/quinta-feira:

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No atelier avisaram que iria haver uma festa no Natal, e cada pessoa deveria levar uma prenda para trocar com os outros. Então pedi aos meus pais para irem comigo ajudar-me a escolher um livro. Tentei encontrar um livro que toda a gente gostasse por isso escolhi o novo livro do Diário de um Banana

22 de novembro/sexta-feira:

Estava em casa a ver televisão quando apareceu um anúncio de um novo jogo do Pokémon. Fiquei super entusiasmado e com vontade de jogar, porque sou um grande fã do anime e dos jogos. Por isso fui falar com, a minha mãe para ela me emprestar dinheiro para o poder comprar, mas a mãe disse que se eu me portasse bem talvez no Natal eu tivesse uma surpresa.

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26 de novembro/segunda-feira:

Era dia de levar as prendas de Natal para o atelier, e em cima da mesa da sala estava um embrulho e perguntei ao meu pai se era esse o livro para eu levar, e ele disse que sim. Na troca de prendas do atelier calhou-me uma lapiseira (bem que estava a precisar).

24 de dezembro noite de Natal:

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Depois de abrir todas as prendas reparei que estava uma prenda esquecida debaixo da árvore, e fui busca-la. Fiquei surpreso!... Era para mim. Lá dentro estava o livro que era suposto eu ter levado para o atelier, olhei para os meus pais, com um ar confuso, e eles disseram que aquilo era suposto ser o jogo que eu queria, e que eu devo ter levado o jogo para o atelier por engano.

2014

7 de janeiro/terça-feira:

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Quando cheguei ao atelier fui ter com a minha a minha professora e expliquei-lhe o que tinha acontecido.

Troquei as prendas e ela disse-me: João assim não vais longe, andas sempre de cabeça no ar, a tua sorte é que ela está aqui.

Fim

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Tiago Rafael Policarpo, 10 anos

O meu Natal

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Naquele Natal com a minha família fui à Serra da Estrela. Estava muito frio e nevava. Nós brincavamos fazendo anjos de neve, bolas de neve e bonecos de neve. Quando acabávamos de fazer as bolas de neve atirávamos as bolas uns contra os outros.

Levei com uma bola em cheio na minha cara e não gostei muito. Quando voltámos decidimos que o meu primo Ricardo ia dormir na minha cama e assim foi, ligámos o aquecedor e dormimos quentinhos.

Na manhã seguinte, quando acordámos fomos tomar o pequeno almoço e a seguir fomos brincar com a minha gata.

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Quando fomos abrir as prendas fez-se uma festa, tinhamos todos presentes até a minha gata e ficámos todos felizes.

Fim

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