Ecologia, James Bond e espionagem na pista da Pixar (COM VÍDEO)

A crítica arrasou com ‘Carros 2’, dizendo que é um dos piores filmes da Pixar, mas os fãs deste mundo de quatro rodas muito animadas não ligaram.

07 de julho de 2011 às 10:50
carros 2, pixar, cars, faísca mcqueen, Foto: d.r.
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A estreia, nos Estados Unidos – a 24 de Junho –, assim o provou com a bilheteira do novo filme de John Lasseter a chegar aos cerca de 48 milhões de euros, apenas nos primeiros três dias. Mais até do que o resultado do primeiro ‘Carros’, em 2006, que rondou os 42 milhões de euros.

Os números traduzem a legião de seguidores e se não se pode dizer que ‘Carros 2’ seja uma má animação – nisso, de facto, a Pixar dá cartas – o mesmo já não se pode dizer da história, muito aquém de surpreendente. E nem o toque à la James Bond parece ter um bom aproveitamento… Rir, a bom rir, é na curta-metragem anterior, uma espécie de breve continuação do último ‘Toy Story 3’, com os brinquedos numas férias muito caseiras de ir às lágrimas...

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No regresso de Faísca McQueen às pistas, além da rivalidade das corridas e da amizade a toda a prova (literalmente) do bronco reboque Mater, o tema-âncora do filme, só por si, já piscaria o olho aos adultos. Mas, na trama onde se discute a substituição do petróleo pelos combustíveis alternativos – aqui, as grandes corridas fazem-se com o novo allinol – e onde há um carro que tem os tiques e o charme do espião mais famoso do Mundo (e até uma espécie de Bond Girl como parceira) e até o Papa-móvel vai às corridas em Itália, pouco mais há que agrade a graúdos.

A história é frágil e ficam dúvidas se os pequenos se deixarão envolver por mais do que a cor e algumas graçolas mais espirituais (menos convincentes para os pais).

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