Correio da Manhã
JornalistaOs confrontos junto à Assembleia da República relatados pelos repórteres da CMTV
VÍDEO: Medialivre
MAI considera que atuação da PSP nos confrontos junto à AR foi "ponderada e responsável"
O Ministério da Administração Interna (MAI) manifestou esta quarta-feira "total confiança" na PSP, após os confrontos com manifestantes junto à Assembleia da República, sublinhando que a atuação policial foi "ponderada, profissional e responsável".
"A atuação policial foi pautada pela ponderação, profissionalismo e sentido de responsabilidade, intervindo para pôr termo à desordem pública com a firmeza e a robustez adequadas às circunstâncias", pode ler-se, num comunicado enviado pelo ministério liderado por Luís Neves.
Pelo menos seis pessoas foram detidas esta quarta-feira à tarde junto ao Parlamento, em Lisboa, no final da manifestação da CGTP, após confrontos com a PSP, estando indiciados por desobediência e resistência e coação sobre funcionário, segundo a polícia.
Lusa
Seguir Autor:
CGTP sublinha milhares em manifestações pacificas por todo o país
O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, destacou esta quarta-feira os milhares de trabalhadores presentes nas manifestações da confederação sindical em todo o país e apontou que os distúrbios ocorridos em Lisboa foram causados por grupos que se infiltraram no protesto.
Tiago Oliveira referiu, em entrevista à RTP esta quarta-feira à noite, que a confederação sindical organizou em todos os distritos manifestações que "decorreram pacificamente", lembrando que o mote da CGTP na greve geral que decorre esta quarta-feira era "passar a mensagem concreta do que são as reivindicações dos trabalhadores".
Sobre os distúrbios ocorridos esta quarta-feira em Lisboa, que envolveram confrontos entre manifestantes e a polícia, o secretário-geral da CGTP frisou que estes momentos "desviam o cerne da questão do que são os objetivos da ação".
Lusa
Seguir Autor:
Balanço da PSP: foram detidas seis pessoas
O superintendente Jorge Resende revelou que seis pessoas foram detidas devido a arremesso de objetos e a resistência física, durante os confrontos entre os manifestantes e a polícia junto à Assembleia da República, em Lisboa.
Vários polícia foram atingidos por objetos, mas não registo de feridos graves.
Governo condena "comportamentos inaceitáveis de alguns" e diz que maioria trabalhou
O ministro da Presidência afirmou esta quarta-feira que o dia de greve geral foi de "trabalho para a esmagadora maioria de portugueses" e condenou "comportamentos inaceitáveis de alguns" na manifestação junto ao Parlamento, distinguindo-os da organização.
No final da reunião semanal do Conselho de Ministros, António Leitão Amaro deixou um comentário sobre o impacto da greve geral desta quarta-feira, convocada pela CGTP contra o pacote laboral do Governo.
"Foi um dia de trabalho para a esmagadora maioria dos portugueses, embora tenha sido também um dia de greve para alguns, vários portugueses", disse, deixando os detalhes de dados sobre o impacto para a ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, que também participou na conferência de imprensa.
Lusa
Seguir Autor:
PSP deteve várias pessoas após confrontos entre manifestantes e polícia junto à AR
A PSP deteve várias pessoas esta quarta-feira à tarde junto à Assembleia da República, em Lisboa, após confrontos entre manifestantes e a polícia no final da manifestação da CGTP, disse à Lusa fonte daquela polícia.
A mesma fonte adiantou que há "vários detidos", mas às 19h30 ainda não havia um número definitivo.
Segundo a PSP, a manifestação da CGTP organizada no dia da greve geral terminou por volta das 16h15 e a polícia, cerca das 18h00, pretendia abrir ao trânsito a rua em frente à Assembleia da República, mas "um conjunto de manifestantes" colocou grades para bloquear a estrada, o que levou à intervenção das Equipas de Intervenção Rápida da PSP.
Lusa
Seguir Autor:
Manifestantes de cara tapada levados por agentes da PSP à paisana
Pelo menos dois manifestantes de cara tapada foram levados por agentes da PSP, vestidos à civil, para dentro de carrinhas durante as manifestações junto à Assembleia da República em dia de greve geral.
Correio da Manhã
Seguir Autor:
Confrontos à porta da Assembleia da República após manifestação contra o pacote laboral. Veja as imagens
1 / 5
Bombas de fumo e manifestantes imobilizados. Veja os momentos de tensão junto à Assembleia da República
Manifestantes pegam fogo a caixotes do lixo. Há um polícia ferido
A PSP está a levar para a esquadra manifestantes que estão a mostrar resistência às autoridades à porta da Assembleia da República. Os Sapadores Bombeiros de Lisboa tiveram de ser acionados para combater focos de fogo em caixotes do lixo. No decorrer dos confrontos, foram ouvidos rebentamentos de petardos e um polícia ficou ferido.
Correio da Manhã
Seguir Autor:
Manifestantes atiram garrafas de vidro contra polícias junto à Assembleia da República
Os manifestantes estão a interromper a circulação do trânsito à porta da Assembleia da República e a arremessar garrafas de vidro e outros objetos contra os polícias. Já foi também pedido à comunicação social que se afastasse por questões de segurança. Continuam a chegar ao local mais polícias de intervenção para ajudar a controlar a situação.
No local, ouvem-se cânticos e frases de ordem contra o pacote laboral e há vários manifestantes a tentar ultrapassar o perímetro de segurança imposto pelas autoridades.
Estão a ser usadas bombas de fumo e a policia de intervenção está a tentar dispersar os manifestantes. Há manifestantes a serem imobilizados.
"Esta lei laboral será derrotada onde tem de ser derrotada": André Ventura reage à greve geral
O presidente do Chega, André Ventura, considerou esta quarta-feira que a lei laboral, razão pela qual a CGTP convocou a greve geral, "será derrotada onde tem de ser derrotada", referindo-se à Assembleia da República.
"Isto é uma garantia que quero dar a todos os portugueses", afirmou.
André Ventura garantiu que o partido está empenhado em resolver este problema e que tem "condições e valores fundamentais e matéria do direito do trabalho" para o fazer.
Para Ventura, a proposta laboral existente não protege as pessoas que trabalham e não traz nenhum benefício para a economia e para o mercado.
Correio da Manhã
Seguir Autor:
Milhares em Lisboa reivindicam contra o pacote laboral. Veja as imagens
1 / 5
Em Évora a luta contra o pacote laboral faz-se na Praça do Giraldo
1 / 4
Manifestantes já marcham em Lisboa contra o pacote laboral
A manifestação contra o pacote laboral já começou em Lisboa. Frases de ordem, faixas e cartazes refletem o descontentamento de milhares de portugueses que marcham esta quarta-feira entre o Rossio e São Bento.
1 / 3
Do comércio à educação: As imagens dos trabalhadores que aderiram à greve geral
1 / 5
"Greve geral reflete com clareza o sentimento dos trabalhadores", diz a CGTP
Em conferência de imprensa, a CGTP fez um balanço da paralisação que está afetar "todos os setores" esta quarta-feira.
"Os trabalhadores estão a rejeitar a tentativa do Governo, com o pacote laboral, de perpetuar os baixos salários, agravar e eternizar a precariedade, alongar ainda mais os horários de trabalho, atacar os direitos de maternidade e paternidade, destruir a contratação coletiva e os direitos nela consagrados e atacar a liberdade sindical", começou por dizer o representante Tiago Oliveira.
Numa conferência aos jornalistas, vincou ainda que "o nível de adesão traduz um sinal claro para a derrota do pacote laboral".
"A luta vai continuar, e é a luta, sem sombra de dúvida, com confiança nos trabalhadores que vai derrotar o pacote laboral", rematou.
Às 13h00, a Confederação Geral dos Trabalhadores, numa nota partilhada no site oficial, dava conta de mais de 100 escolas encerradas, assim como monumentos turísticos e serviços autárquicos como o Tribunal de Arraiolos e as Juntas de Freguesia de Carvalhal, em Grândola; de Vialonga, em Vila Franca de Xira; de Azinhaga, na Golegã; de Brinches, em Serpa; de Sines; e de Águas Livres, na Amadora.
No setor da indústria, a situação não é diferente. Registam-se paralisações em unidades industriais de todo o País. Exemplo disso é a paragem na fábrica da Bosch, em Braga, e na Mitsubishi Fuso, em Abrantes.
Existem também vários serviços de recolha de resíduos encerrados em mais de dez cidades. O comércio, a logística, a saúde e os transportes estão a ser afetados, como os Metros do Porto, Mondego e Lisboa, a Carris, a CP, o Hospital São João, no Porto, e o Hospital de Setúbal.
Correio da Manhã
Seguir Autor:
Mais de 50 voos cancelados no Aeroporto de Lisboa até às 13h desta quarta-feira
O Aeroporto de Lisboa registou, até às 13h00 desta quarta-feira, o cancelamento de 50 voos.
De acordo com os dados consultados pelo CM, na plataforma online da ANA Aeroportos, tratam-se de 27 partidas e 23 chegadas.
Correio da Manhã
Seguir Autor:
Centenas marcham contra o pacote laboral em Braga
A manifestação contra o pacote laboral reuniu, esta quarta-feira, centenas de pessoas em Braga que marcharam desde o Arco da Porta Nova até à Praça da República.
"Esmagadora maioria dos portugueses está a trabalhar": ministra reage à greve geral
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, garante que a "esmagadora maioria dos portugueses está a trabalhar" esta quarta-feira, dia em que decorre a greve geral convocada pela CGTP.
Em dia de greve geral, trabalhadores concentram-se em Viseu na luta contra o pacote laboral
1 / 2
Dezenas reunidos em manifestação contra o pacote laboral em Faro
1 / 6
Mais de 100 julgamentos e diligências judiciais por fazer em Faro
Mais de 100 julgamentos e diligências judiciais ficaram por fazer, esta quarta-feira, em Faro, devido à greve geral.
O setor jurídico é um dos que está a ser bastante afetado pela paralisação que afeta Portugal de norte a sul do País.
Funcionários da Autoeuropa em protesto contra pacote laboral em dia de greve geral
Greve geral cancela e atrasa dezenas de voos Aeroporto de Lisboa
Maior parte das viagens a partir da estação de Coimbra-B suprimidas devido à greve geral
FlixBus com duas viagens canceladas entre Vizela e Coimbra. Restante rede opera com normalidade
A FlixBus informou que apenas duas viagens, entre Vizela e Coimbra, foram canceladas esta quarta-feira. O resto da rede de viagens está a operar com normalidade.
A empresa garante que vai continuara a acompanhar a situação "mantendo o compromisso de garantir as ligações programadas e o habitual apoio aos passageiros ao longo do dia".
"Impacto bastante positivo": Serviços de higiene da autarquia de Évora registam 95% de adesão à greve até às 8h00
O setor de higiene da Câmara Municipal de Évora registou uma adesão de 95% à greve geral até às 8h00 convocada pela CGTP para esta quarta-feira, para reivindicar contra o pacote laboral do Governo.
"O impacto é bastante positivo, embora ainda seja cedo. A nível do concelho é muito positiva esta greve", disse Antónia Boeiro, dirigente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins (STAL) de Évora.
Ligações fluviais da Transtejo Soflusa funcionam com constrangimentos devido à greve geral
A ligação fluvial entre Cacilhas e Lisboa tem estado a circular desde as 5h48 com constrangimentos, informa a Transtejo Soflusa, esta quarta-feira, dia de greve geral. Nas rotas do Montijo e Seixal, o serviço começou a partir das 7h00 e das 8h00.
Paralisação na Saúde: Adesão à greve ronda os 90% no Hospital de Viseu
Imagiologia, consultas externas, laboratórios, urgência geral ou bloco operatório são alguns dos serviços do Hospital de Viseu que registaram uma adesão à greve na ordem dos 100 por cento, segundo os sindicatos. A esta hora está reunido um piquete de greve junto à entrada principal do Hospital de Viseu que junta cerca de duas dezenas de trabalhadores e sindicalistas.
1 / 2
"Nenhum autocarro passou em duas horas": Filas de espera em Sete Rios devido à greve geral
Greve geral atinge 100% de adesão nos comboios no Porto e suprime até os serviços mínimos
Impactos já se fazem sentir nos transportes por todo o País
O setor dos transportes é dos mais afetados pela greve geral marcada para esta quarta-feira, convocada pela CGTP, para reivindicar contra o pacote laboral. Há vários autocarros, comboios e voos suprimidos.
No aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, já há vários voos com atrasos e mesmo cancelados. A situação é semelhante nos aeroportos do Porto e de Faro.
O Metropolitano de Lisboa interrompeu a sua operação pelas 23h00 desta terça-feira.
A empresa tinha divulgado em comunicado que previa a paralisação do serviço a partir das 23h00 desta terça-feira e na quarta-feira durante todo o dia devido à greve geral.
De acordo com a transportadora, a normalização do serviço está prevista para as 06h30 de quinta-feira.
A Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) admitiu existir "algum impacto" esta quarta-feira, devido à adesão dos trabalhadores à greve. Também em Lisboa há poucos autocarros a passar nas ruas.
Os comboios de longo curso não estão a seguir. Olhando para os quadros informativos da CP, são mais os comboios suprimidos do que aqueles a circular.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
concordam consigo
A redação do CM irá fazer uma avaliação e remover o comentário caso não respeite as Regras desta Comunidade.
O seu comentário contem palavras ou expressões que não cumprem as regras definidas para este espaço. Por favor reescreva o seu comentário.
O CM relembra a proibição de comentários de cariz obsceno, ofensivo, difamatório gerador de responsabilidade civil ou de comentários com conteúdo comercial.
O Correio da Manhã incentiva todos os Leitores a interagirem através de comentários às notícias publicadas no seu site, de uma maneira respeitadora com o cumprimento dos princípios legais e constitucionais. Assim são totalmente ilegítimos comentários de cariz ofensivo e indevidos/inadequados. Promovemos o pluralismo, a ética, a independência, a liberdade, a democracia, a coragem, a inquietude e a proximidade.
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza expressamente o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes ou formatos actualmente existentes ou que venham a existir.
O propósito da Política de Comentários do Correio da Manhã é apoiar o leitor, oferecendo uma plataforma de debate, seguindo as seguintes regras:
Recomendações:
- Os comentários não são uma carta. Não devem ser utilizadas cortesias nem agradecimentos;
Sanções:
- Se algum leitor não respeitar as regras referidas anteriormente (pontos 1 a 11), está automaticamente sujeito às seguintes sanções:
- O Correio da Manhã tem o direito de bloquear ou remover a conta de qualquer utilizador, ou qualquer comentário, a seu exclusivo critério, sempre que este viole, de algum modo, as regras previstas na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, a Lei, a Constituição da República Portuguesa, ou que destabilize a comunidade;
- A existência de uma assinatura não justifica nem serve de fundamento para a quebra de alguma regra prevista na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, da Lei ou da Constituição da República Portuguesa, seguindo a sanção referida no ponto anterior;
- O Correio da Manhã reserva-se na disponibilidade de monitorizar ou pré-visualizar os comentários antes de serem publicados.
Se surgir alguma dúvida não hesite a contactar-nos internetgeral@medialivre.pt ou para 210 494 000
O Correio da Manhã oferece nos seus artigos um espaço de comentário, que considera essencial para reflexão, debate e livre veiculação de opiniões e ideias e apela aos Leitores que sigam as regras básicas de uma convivência sã e de respeito pelos outros, promovendo um ambiente de respeito e fair-play.
Só após a atenta leitura das regras abaixo e posterior aceitação expressa será possível efectuar comentários às notícias publicados no Correio da Manhã.
A possibilidade de efetuar comentários neste espaço está limitada a Leitores registados e Leitores assinantes do Correio da Manhã Premium (“Leitor”).
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes disponíveis.
O Leitor permanecerá o proprietário dos conteúdos que submeta ao Correio da Manhã e ao enviar tais conteúdos concede ao Correio da Manhã uma licença, gratuita, irrevogável, transmissível, exclusiva e perpétua para a utilização dos referidos conteúdos, em qualquer suporte ou formato atualmente existente no mercado ou que venha a surgir.
O Leitor obriga-se a garantir que os conteúdos que submete nos espaços de comentários do Correio da Manhã não são obscenos, ofensivos ou geradores de responsabilidade civil ou criminal e não violam o direito de propriedade intelectual de terceiros. O Leitor compromete-se, nomeadamente, a não utilizar os espaços de comentários do Correio da Manhã para: (i) fins comerciais, nomeadamente, difundindo mensagens publicitárias nos comentários ou em outros espaços, fora daqueles especificamente destinados à publicidade contratada nos termos adequados; (ii) difundir conteúdos de ódio, racismo, xenofobia ou discriminação ou que, de um modo geral, incentivem a violência ou a prática de atos ilícitos; (iii) difundir conteúdos que, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, tenham como objetivo, finalidade, resultado, consequência ou intenção, humilhar, denegrir ou atingir o bom-nome e reputação de terceiros.
O Leitor reconhece expressamente que é exclusivamente responsável pelo pagamento de quaisquer coimas, custas, encargos, multas, penalizações, indemnizações ou outros montantes que advenham da publicação dos seus comentários nos espaços de comentários do Correio da Manhã.
O Leitor reconhece que o Correio da Manhã não está obrigado a monitorizar, editar ou pré-visualizar os conteúdos ou comentários que são partilhados pelos Leitores nos seus espaços de comentário. No entanto, a redação do Correio da Manhã, reserva-se o direito de fazer uma pré-avaliação e não publicar comentários que não respeitem as presentes Regras.
Todos os comentários ou conteúdos que venham a ser partilhados pelo Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã constituem a opinião exclusiva e única do seu autor, que só a este vincula e não refletem a opinião ou posição do Correio da Manhã ou de terceiros. O facto de um conteúdo ter sido difundido por um Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã não pressupõe, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, que o Correio da Manhã teve qualquer conhecimento prévio do mesmo e muito menos que concorde, valide ou suporte o seu conteúdo.
ComportamentoO Correio da Manhã pode, em caso de violação das presentes Regras, suspender por tempo determinado, indeterminado ou mesmo proibir permanentemente a possibilidade de comentar, independentemente de ser assinante do Correio da Manhã Premium ou da sua classificação.
O Correio da Manhã reserva-se ao direito de apagar de imediato e sem qualquer aviso ou notificação prévia os comentários dos Leitores que não cumpram estas regras.
O Correio da Manhã ocultará de forma automática todos os comentários uma semana após a publicação dos mesmos.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.
Escrever um comentário no CM é um convite ao respeito mútuo e à civilidade. Nunca censuramos posições políticas, mas somos inflexiveis com quaisquer agressões. Conheça as
Inicie sessão ou registe-se para comentar.