Festival Sol da Caparica está de regresso em agosto

Ana Moura, António Zambujo e Bárbara Bandeira são alguns dos nomes confirmados.

09 de março de 2022 às 08:42
/fotosgeral/Fotos/2-42484079 (13177026) (Milenium) Foto: Pedro Catarino
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Depois de dois anos de paragem devido à pandemia, a 7ª edição do festival O Sol da Caparica realiza-se este ano de 11 a 15 de agosto, no Parque Urbano da Costa de Caparica, Almada, e promete ser um dos eventos mais ecléticos do ano. Fernando Daniel, Calema, Clã, Diogo Piçarra ou ProfJam são alguns dos principais nomes do cartaz anunciado esta terça-feira pela organização.

No recinto, além dos palcos principal e secundário, ressurgem os palcos temáticos (comédia e dança) e mantém-se também o parque de desportos radicais e o Dia da Criança (a 14 de agosto). Neste dia dedicado aos mais pequenos, há programação e atividades especiais logo a partir das 10h00. Os ingressos para os petizes custam apenas 2,40 euros.

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“Voltará ao recinto do festival a Zona Graffiti, enquanto a Zona de Gaming será reforçada e a restauração alargada ao longo do espaço verde. A Zona Zen terá um lounge diferenciador”, anunciou a organização. Aos artistas e bandas anunciados esta terça-feira, juntar-se-ão outros “a anunciar brevemente”.

Os bilhetes, entretanto, já se encontram à venda nos locais habituais.

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Vai haver um palco para a música eletrónica. Passam por lá os DJ Vive, Zullu e Kura, Buruntuma 

Fernando Rocha (11 de agosto), Gilmário Vemba (12), Hugo Sousa (13) e Aldo Lima (15) já estão confirmados.

Os preços dos bilhetes oscilam entre os 22 euros (bilhete diário) e os 115 euros (bilhete de cinco dias com palco eletrónico).

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As receitas de música gravada em Portugal totalizaram 25,7 milhões de euros no ano passado, o que representa um aumento de 19,2% em relação ao ano anterior, anunciou esta terça-feira a Associação de Gestão de Direitos de Produtores Fonográficos (Audiogest). No seu relatório anual, a entidade refere que "as vendas físicas registaram um crescimento de 29,4% em relação a 2020 e atingiram patamares superiores às vendas de 2019 (anterior à pandemia de Covid-19)", sendo que "o vetor para esta recuperação está concentrado nas vendas de vinil". Ainda assim, o mercado digital representou 71,6% do global.

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