'Furiosa' tira lugar a Mad Max
Aos 79 anos, George Miller aposta em Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth para continuar saga.
Há 45 anos, George Miller criou Mad Max, um justiceiro em busca de vingança e redenção num mundo pós-apocalíptico. O cenário de violência e devassidão criado pelo cineasta australiano - que acabaria por consagrar Mel Gibson na década de 80 - regressa agora com um quinto filme que antecede os acontecimentos de ‘Estrada da Fúria’ (2015).
‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’, já nas salas, conta a história desta heroína, com Anya Taylor-Joy a suceder a Charlize Theron no papel. Antes de fazer frente a Immortan Joe (Lachy Hulme), o rei de Wasteland, Furiosa tem de lidar com outro vilão, Dementus, interpretado por um quase irreconhecível Chris Hemsworth.
Apesar de cruel e completamente tresloucado, este tirano é responsável por alguns momentos de humor, em oposição à jovem Furiosa, que pouco fala e só pensa em vingança.
“Nunca me senti tão sozinha do que quando fiz este filme”, disse a atriz ao ‘The New York Times’, provando aquilo que já se sabia: trabalhar com George Miller pode ser traumático. Neste caso, o cineasta ficou obcecado pelas expressões faciais de Joy.
“Ele só me permitiu usar os olhos durante grande parte do filme”, explicou a atriz, que se sujeitou a meses de silêncio e isolamento para encarnar a personagem.
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