Rami Malek é um Freddie Mercury cheio de carisma
Desempenho do protagonista de ‘Bohemian Rhapsody’ tem sido unanimemente elogiado pela crítica.
Apesar de ter sido despedido antes da fase de pós-produção, é Bryan Singer quem assina, sozinho, a realização de ‘Bohemian Rhapsody’, o filme que conta a história da formação e ascensão da banda britânica Queen e que estreia amanhã nas salas de cinema.
O melhor da obra é o protagonista, Rami Malek – abençoada a hora em que Sacha Baron Cohen abandonou o projeto! Os críticos são unânimes em considerar que Rami tem a energia, o carisma e a exuberância sexual necessárias para dar corpo a uma personagem tão excêntrica e fora do comum como foi Freddie Mercury (1946-1991). Depois, há a música, claro.
A história dos Queen faz-se de uma sucessão de canções inesquecíveis, a que é impossível resistir, e grande parte delas passa pela banda sonora deste filme. No outro lado da balança, porém, houve quem achasse que há pouco foco nos dramas pessoais do cantor – e demasiado na história do grupo.
Essa foi, de resto, a razão alegada por Sacha Baron Cohen para se despedir: achava que a sua personagem devia ter mais espaço dentro da história.
Para quem queira saber mais detalhes sobre a vida sexual de Freddie, por exemplo, essa faceta da sua existência não é abordada com a profundidade que se esperaria.
E não se chega a ver o declínio do artista: o filme começa e acaba com o concerto que os Queen protagonizaram no festival Live Aid, em julho de 1985.
Mas de uma coisa ninguém duvida: Malek pode orgulhar-se do seu trabalho.
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