"Tenho excelentes memórias dos anos 80, mas não queria ser novo outra vez"
Lloyd Cole toca em Aveiro (dia 14), Lisboa (CCB dia 15), Guarda (16) e Porto (Casa da Música dia 17)
Está de regresso a Portugal com um espetáculo novo. Em concreto que espetáculo é este?
Como é que foi para si olhar para o passado. Sentiu de certa forma alguma nostalgia ao fazê-lo?
Mas ao final deste tempo todo, conseguiu descobrir alguma coisa nova nessas canções de sempre? De alguma forma ainda conseguiu surpreender-se com elas?
Há alguma canção do seu repertório mais antigo que já esteja cansado de tocar ao vivo?
Neste momento consegue perceber quem é o público que vai aos seus concertos? Há fãs novos ou são sobretudo pessoas que já o ouviam nos anos 80 e 90?
Que relação é que o seu filho tem por exemplo com a sua música?
Agora que está numa fase retrospectiva da sua carreira e olhando para trás, sente saudades dos anos 80, quando lançou os três discos com os Commotions?
Quando olha para os anos 80 e para o início de tudo com os Commotions qual é a primeira memória ou história que lhe vem à cabeça?
Foi por essa altura que vieram a Portugal. Recorda-se do seu primeiro concerto por cá?
Também tem a ideia que naquela altura era mais difícil começar a fazer música, juntar uma banda, comprar instrumentos ou alugar um estúdio?
Ainda mantém contacto com os Commotions?
O que é que eles fazem neste momento?
Já que fala em golfe, é verdade que costuma vir a Portugal para jogar?
E o que é que gosta mais em Portugal?
E música portuguesa o que é que conhece?
No ano passado editou um disco de música eletrónica. É por este caminho que vai continuar no futuro?
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