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Cultura
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Academia Portuguesa de Cinema candidata António-Pedro Vasconcelos a prémio Fénix

Prémio visa reconhecer e enaltecer o trabalho de quem tem contribuído para o desenvolvimento e crescimento da indústria cinematográfica.
Lusa 4 de Setembro de 2018 às 15:54
António-Pedro Vasconcelos
António-Pedro Vasconcelos
António-Pedro Vasconcelos
António-Pedro Vasconcelos
António-Pedro Vasconcelos
António-Pedro Vasconcelos

A Academia Portuguesa de Cinema (APC) anunciou esta terça-feira que apresentou o nome do realizador António-Pedro Vasconcelos ao prémio Fénix de Trabalho Cinematográfico, que distingue a carreira de uma figura do cinema ibero-americano.

"O cineasta António-Pedro Vasconcelos é o candidato escolhido pela Academia Portuguesa de Cinema para concorrer ao Prémio Fénix a la Labor Cinematográfica 2018, que vai ser entregue pela Federação Ibero-Americana de Academias de Artes e Ciências Cinematográficas", refere a APC em comunicado, lembrando que, em anos anteriores, foram candidatos o diretor de fotografia Eduardo Serra, o produtor e realizador António da Cunha Telles, o diretor de fotografia Acácio de Almeida e o ator Joaquim de Almeida.

O presidente da APC, Paulo Trancoso, afirmou que "este prémio tem como objetivo reconhecer e enaltecer o trabalho de quem tem contribuído para o desenvolvimento e crescimento da indústria cinematográfica", algo que considera que António-Pedro Vasconcelos tem feito em Portugal.

O vencedor do prémio vai ser divulgado no dia 21 de outubro, no Festival Internacional de Cinema de Morelia, e a entrega coincide com a cerimónia dos prémios Fénix, no dia 07 de novembro, na Cidade do México.

No final de agosto, foi anunciado que seis filmes de ficção e um documentário de produção ou coprodução portuguesa figuravam na lista dos pré-selecionados dos prémios ibero-americanos de cinema Fénix.

"Zama", de Lucrecia Martel, "Chuva é cantoria na aldeia dos mortos", de João Salaviza e Renée Nader Messora, "Praça Paris", de Lúcia Murat, "Milla", de Valérie Massadian, "Mariphasa", de Sandro Aguilar, e "Diamantino", de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, estão entre as 66 longas-metragens de ficção, no conjunto dos 93 filmes, de 21 países, pré-selecionados para o festival, anunciados pela organização, em conferência de imprensa, na Cidade do México.

Entre os 27 documentários pré-selecionados está "O termómetro de Galileu", de Teresa Villaverde.

Dos sete filmes, apenas "Mariphasa" e "O termómetro de Galileu" são exclusivamente de produção portuguesa, segundo a página dos prémios Fénix.

Os prémios de cinema ibero-americano Fénix são uma iniciativa da associação Cinema23, para "reconhecer e celebrar o trabalho de quem se dedica ao cinema na América Latina, em Espanha e Portugal".

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