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Ciclo de Rossellini percorre o País

Obras do mestre foram restauradas.

30 de março de 2015 às 19:10

Um ciclo de cinema com as mais importantes obras do mestre italiano da sétima arte Roberto Rossellini, que testemunham o seu "génio e humanidade", é a mais recente odisseia do produtor e distribuidor Paulo Branco.

Até 29 de abril, o Espaço Nimas, em Lisboa, exibirá, em diversos horários entre as 13h30 e as 21h30, dez longas-metragens que ficam para a história do cinema. Depois, é a vez do Porto. O Teatro Municipal do Campo Alegre recebe, a partir de 9 de abril, a iniciativa. "Mas queremos chegar também a Braga, a Coimbra e a outras partes do País", conta ao CM Paulo Branco.

‘Roma, Cidade Aberta’ (1945), ‘Paisà – Libertação’ (1946), ‘Alemanha, Ano Zero’ (1948), ‘O Amor’ (1948), ‘Stromboli’ (1950), ‘A Máquina de Matar Pessoas Más’ (1952), ‘Viagem em Itália’ (1954), ‘O Medo’ (1954), ‘Índia’ (1958) e ‘A Força e a Razão’ (1971) foram os filmes selecionados para este ciclo. "O cinema nunca acabará enquanto obras destas continuarem a existir. E é nas salas de cinema que elas têm de ser vistas", afirma Paulo Branco, que investiu 70 mil euros nesta iniciativa.

António-Pedro Vasconcelos, especialista na obra de Rossellini, defende que o cineasta neorealista "fez uma viragem na história do cinema, pela obra e herança que deixou". "Deu uma lição de liberdade", conclui o realizador. Após exibição nas salas, os filmes, em versão digital e restaurada, deverão chegar à televisão e ao mercado de DVD.

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