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MICRONOVELA

Pandora O poder não se mostra. Usa-se.

Diogo Infante é ‘Cyrano’ no palco

Virgílio Castelo e Sara Carinhas integram elenco de 24 atores.

18 de janeiro de 2015 às 11:12

Foi Diogo Infante que, quando ainda liderava o Teatro Nacional D. Maria II, pediu a João Mota que o dirigisse em ‘Cyrano de Bergerac’. A peça, de Edmond de Rostand, já foi filme pelo menos duas vezes (em 1950 e 1990) e está agora em cena na Sala Garret, com cenários grandiosos de José Manuel Castanheira e figurinos desconcertantes da dupla de estilistas Storytailors.

João Mota diz que foi preciso esperar três anos até ter condições para levar a bom porto este projeto, que, além de um grande investimento no aspeto plástico, mobiliza também um elenco de mais de duas dezenas de atores. Entre os quais Diogo Infante, na pele do protagonista, Sara Carinhas e Virgílio Castelo.

"Não me preocupei com o facto de a história ser muito conhecida do público", garante o encenador. "Peguei no texto por dentro, como faço sempre, e apaixonei-me por ele. É uma peça contra os poderosos", explica. "Cyrano é morto à traição, apenas porque tinha por costume dizer sempre a verdade."

E se o desfile de cenários podem impressionar o espectador, os figurinos querem deslumbrá-lo: são moldes para fatos de época, presos por fita cola. "Não queria nada que fosse muito perfeitinho", justifica João Mota. "Como sempre, gosto de preservar o lado artesanal do teatro, e pedi aos estilistas que respeitassem esse espírito", conclui, visivelmente satisfeito com o resultado. ‘Cyrano de Bergerac’ ficará em cena até dia 1 de março. 

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