page view
Imagem promocional da micronovela
MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Exposição do MUDE dedicada a António Variações prolongada até 31 de maio

Mostra inclui peças de vestuário e acessórios usados pelo cantor.

22 de abril de 2026 às 14:17

A exposição de fotografia dedicada a António Variações (1944-1984), "Meu nome António", patente no MUDE -- Museu do Design, em Lisboa, poderá ser visitada até 31 de maio, em vez de 26 de abril como inicialmente previsto.

Numa publicação partilhada nas contas oficiais do museu nas redes sociais, fica a saber-se que "O MUDE estendeu a exposição 'Meu Nome António' até ao dia 31 de maio".

"Prolongar o tempo da exposição permite a mais visitantes conhecerem melhor António Variações e o seu trabalho, através da sua cumplicidade com a fotógrafa Teresa Couto Pinto", justifica o MUDE.

A mostra, inaugurada em 03 de dezembro, dia em que António Variações completaria 81 anos, inclui também peças de vestuário e acessórios usados pelo cantor.

"Meu nome António" apresenta 85 fotografias da autoria de Teresa Couto Pinto, "agente, fotógrafa e, mais que tudo, amiga" de António Variações, de acordo com informação disponível no 'site' oficial do museu.

Em "Meu nome António" são apresentadas imagens de "várias das sessões de fotografia" que Teresa Couto Pinto fez com António Variações entre 1981 e 1983, "onde, imagem a imagem, está patente a forte personalidade, liberdade criativa, carisma e estética visual de Variações e o seu à-vontade, confiança e cumplicidade com Teresa Couto Pinto".

"Foi a partir destas sessões de fotografia que nasceram algumas das imagens de marca de António Variações, como aquela em que finge espetar uma tesoura no peito ou aquela em que se retrata com uma tesoura de barbeiro e um microfone", refere o Museu.

Com curadoria da diretora do MUDE, Bárbara Coutinho, a exposição "Meu nome António" é feita em colaboração com a Terra Esplêndida.

Arrojado e irreverente, influenciado pelo fado, pela música popular e pelo pop rock, António Variações, barbeiro de profissão e artista de vocação, morreu aos 39 anos, em junho de 1984, deixando apenas dois álbuns editados e várias canções que se inscrevem na história da música pop portuguesa, como "Canção do engate", "O corpo é que paga" e "Estou além".

A vida e a obra musical de António Variações deu origem a uma peça de teatro, a um filme de ficção, biografias, exposições, espetáculos e um álbum de reinterpretações, pelo projeto Humanos.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8