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Madredeus estão de volta ao berço

Depois de anos percorrendo o Mundo como embaixadores da música portuguesa, os Madredeus estão de volta ao local onde nasceram. Às 21h30 de hoje, no Teatro Ibérico – rua de Xabregas, nº 54, junto ao cruzamento com a avenida Infante D. Henrique e perto do Museu do Azulejo –, onde há mais de 20 anos o grupo começou a ensaiar, Pedro Ayres de Magalhães, Carlos Maria Trindade e os renovados Madredeus iniciam uma série de seis concertos: hoje, amanhã e sábado, e nos dias 13, 14 e 15.

06 de novembro de 2008 às 00:30

Aguardados com natural expectativa, os concertos servirão para apresentar o novo álbum, ‘Metafonia’, o primeiro de Madredeus e A Banda Cósmica que inclui duas vozes principais (femininas) e seis instrumentistas, com destaque para a harpa, violino, percussão e guitarra eléctrica.

Os renovados Madredeus vão tocar as 12 composições de ‘Metafonia’, sem esquecer releituras de clássicos como ‘O Mar’, ‘O Navio’ ou ‘O Paraíso’.

De acordo com Pedro Ayres de Magalhães, os novos Madredeus pretendem "inventar uma nova concepção de música cantada em português para grandes espectáculos, inspirada na diversa tradição das suas próprias composições e nos arranjos da música popular da Europa, da África Ocidental e do Brasil", afirmou em comunicado aquando da edição do disco. Ainda de acordo com o mentor do projecto, a renovada formação permite aos Madredeus uma maior dinâmica: "A partir de agora, podemos sempre fazer os concertos de câmara, que são a nossa tradição, ou apresentarmo-nos perante audiências maiores, com a Banda Cósmica, a banda que toca mais alto."

Criados em 1985, os Madredeus lançaram 14 álbuns e venderam três milhões de discos em todo o Mundo. Rasgando fronteiras geográficas e musicais, actuaram num total de 41 países, inclusive na hermética Coreia do Norte, em 1989, afirmando-se como a mais prestigiada instituição da música portuguesa.

UMA FORMAÇÃO MAIS VERSÁTIL

Da anterior formação dos Madredeus restam apenas o mentor do projecto, Pedro Ayres de Magalhães (guitarra clássica, direcção musical e produção) e Carlos Maria Trindade (sintetizadores). Após o ano sabático, os Madredeus contam agora com duas novas vozes femininas, Mariana Abrunheiro e Rita Damásio, e a Banda Cósmica, que assegura uma maior versatilidade. o ‘ensenble’ é formado por Ana Isabel Dias (harpa), Sérgio Zurawski (guitarra eléctrica), Gustavo Roriz (guitarra baixo), Ruca Rebordão (percussão), Babi Bergamini (bateria) e Jorge Varrecoso (violino). A eta formação juntam-se ainda nos coros as vozes de Sofia Vitória, Cristina Loureiro e Marisa Fortes.

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